Câmara arranca pendões e persegue a Festa do Avante
31-Ago-2007
Caciquismo arrogante e tacanhez antidemocrática - eis o exercício do poder pela maioria PSD/Carlos Pinto na Covilhã.
Pela segunda vez em quinze dias, na noite de anteontem, a maioria PSD/Carlos Pinto abusando do poder que os covilhanenses lhe confiaram na Câmara Municipal do concelho, fez arrancar pendões de divulgação da Festa do Avante que estavam colocados junto a um Centro Comercial, em que pontifica o Grupo SONAE.
Trata-se de um acto ilícito, em que o executivo municipal reiteradamente insiste, com a evidente má consciência de que está a violar as leis da República – se assim não fosse interviria no terreno da legalidade e dos tribunais.
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segunda-feira, setembro 03, 2007
terça-feira, agosto 21, 2007
O PSD e a SOMAGUE, SA
TC: PSD recebeu financiamento ilícito da Somague em 2002
O TC deu como cabalmente provado que a Somague, SA pagou uma factura no valor de 233.415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela empresa Novodesign, embora afirme «ignorar o que fundamentou tal liberalidade», refere o acórdão, de 27 de Junho passado.O documento, que já seguiu para o Ministério Público, conclui que o PSD violou a lei do financiamento dos partidos incorrendo em «ilegalidades objectivas» puníveis com coima não só ao partido como aos dirigentes partidários responsáveis, e perda a favor do Estado dos valores ilegalmente recebidos.Por outro lado, as empresas envolvidas estão igualmente sujeitas a coimas, de acordo com a lei.A factura suspeita foi detectada em 2006 durante uma inspecção do fisco à sociedade Brandia Creating - Design e Comunicação, na qual se integra a Novodesign, Companhia Portuguesa de Design.Os inspectores encontraram uma factura emitida à Somague, SA, com a data de 15 de Março de 2002, no valor de 233.415 euros, e outras sete, com a mesma data, cuja soma dava os mesmos 233.415, com a indicação «por serviços prestados ao PPD/PSD».O pagamento por terceiros de despesas que aproveitam a um partido político é considerado um donativo indirecto, ilegal fora dos limites previstos, de acordo com a lei. O TC aplicou a legislação em vigor em 2002, «mais favorável ao arguido».Donativos de pessoas singulares são aceites mas com um limite de 30 salários mínimos mensais por doador - à altura, 10.440 euros.Durante a investigação, os inspectores da PJ verificaram que as sete facturas emitidas ao PSD tinham sido anuladas - a sigla tinha sido riscada e substituída pela da empresa Somague, SA.Anexo às facturas, estava um documento interno que, na prática, dava a ordem para transformar as sete facturas emitidas ao PSD numa única, a emitir à Somague-S.G.P.S., SA.Diário Digital
O TC deu como cabalmente provado que a Somague, SA pagou uma factura no valor de 233.415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela empresa Novodesign, embora afirme «ignorar o que fundamentou tal liberalidade», refere o acórdão, de 27 de Junho passado.O documento, que já seguiu para o Ministério Público, conclui que o PSD violou a lei do financiamento dos partidos incorrendo em «ilegalidades objectivas» puníveis com coima não só ao partido como aos dirigentes partidários responsáveis, e perda a favor do Estado dos valores ilegalmente recebidos.Por outro lado, as empresas envolvidas estão igualmente sujeitas a coimas, de acordo com a lei.A factura suspeita foi detectada em 2006 durante uma inspecção do fisco à sociedade Brandia Creating - Design e Comunicação, na qual se integra a Novodesign, Companhia Portuguesa de Design.Os inspectores encontraram uma factura emitida à Somague, SA, com a data de 15 de Março de 2002, no valor de 233.415 euros, e outras sete, com a mesma data, cuja soma dava os mesmos 233.415, com a indicação «por serviços prestados ao PPD/PSD».O pagamento por terceiros de despesas que aproveitam a um partido político é considerado um donativo indirecto, ilegal fora dos limites previstos, de acordo com a lei. O TC aplicou a legislação em vigor em 2002, «mais favorável ao arguido».Donativos de pessoas singulares são aceites mas com um limite de 30 salários mínimos mensais por doador - à altura, 10.440 euros.Durante a investigação, os inspectores da PJ verificaram que as sete facturas emitidas ao PSD tinham sido anuladas - a sigla tinha sido riscada e substituída pela da empresa Somague, SA.Anexo às facturas, estava um documento interno que, na prática, dava a ordem para transformar as sete facturas emitidas ao PSD numa única, a emitir à Somague-S.G.P.S., SA.Diário Digital
quarta-feira, agosto 15, 2007
FESTA DO AVANTE,7,8 E 9 DE SETEMBRO
Veja todos os filmes sobre a Festa do Avante!(clique aqui) Ler mais... Os Artistas da Festa
O programa cultural da 31.ª edição da Festa do Avante! foi apresentado ao público.
Tema em destaque é a evocação do 90.º aniversário da Revolução Socialista de Outubro, na Rússia, patente em vários espaços da Festa e celebrada com a Cantata Outubro, de Prokofiev.Outro merecido destaque vai para a vida e a obra do músico comunista Adriano Correia de Oliveira, por ocasião da passagem dos 65 anos do seu nascimento.Ler mais...
31ª Festa do «Avante!»Na conferência de imprensa de apresentação daquela que é a maior iniciativa político-cultural de massas do nosso país, a 31ª edição da Festa do «Avante!», Alexandre Araújo, do Secretariado do PCP, sublinhou que a Festa «é o resultado do esforço e dedicação de militantes e simpatizantes do PCP de todas as gerações, que em cada ano recriam um espaço de convívio, de reflexão, de reencontro, de amizade, camaradagem e solidariedade que lhe confere uma identidade única e constitui o seu mais forte capital de atracção».Ler mais...
Compra já a EP da FestaA Festa do «Avante!» 2007 tem lugar nos dias 7,8 e 9 de Setembro, a EP - Titulo de Solidadriedade já se encontra à venda nos Centros de Trabalho do PCP, no valor de €18,00Inscreve-te nas excursões à Festa, no centro de trabalho do PCP mais próximo.Ler mais... «Avante!»:
o Jornal que dá nome à FestaO Jornal «Avante!» acompanha, semanalmente, a construção e as iniciativas de preparação e de promoção da festa do «Avante!»Edição nº 1758, de 09/08/2007 Edição nº 1757, de 02/08/2007 Edição nº 1755, de 19/07/2007Edição nº 1753, de 05/07/2007Edição nº 1752, de 28/06/2007Edição nº 1751, de 21/06/2007
Palco Novos ValoresAssociando a cultura à luta juvenil, o Palco Novos Valores da Festa do «Avante!» projecta todos os anos novas bandas músicais que, de outra forma, teriam grandes dificuldades em dar a conhecer o excelente trabalho que realizam. Após vários concertos em cada região de todo o país a que milhares de jovens assistem todos os anos, é na Cidade da Juventude (Espaço da JCP) que muitos novos valores da música portuguesa se dão a conhecer aos muitos milhares de visitantes da Festa do «Avante!» Ficha de inscrição, regulamento e calendário Desporto na FestaSão muitas as actividades desportivas que vão decorrendo durante os meses que antecedem os dias da Festa do «Avante!». São torneios de várias modalidades que servem para promover a prática desportiva e a Festa.
Programa do Desporto - Festa do «Avante!» 2007Iniciativas desportivas de promoção Festa do «Avante!» 2007Nota de Imprensa sobre provas de promoção da Festa do Avante! 2007
Jornada de TrabalhoAs jornadas de trabalho na Festa do «Avante!» 2007 começam a 16 de Junho, Sábado. Informa-te no Centro de Trabalho do PCP mais próximo. PARTICIPA!Ler mais...
XV Bienal da Festa do “Avante!”A XV Bienal da Festa do “Avante!” terá lugar nos dias 7, 8 e 9 de Setembro de 2007, na Quinta da Atalaia, como parte integrante do programa da grande Festa que lhe dá nome.Aqui encontra o regulamento para participar.Ler mais...
Grafismos e Som - Festa 2007Já se encontram disponiveis os Grafismos e os Sons da Festa do «Avante!»Programa - Palco 25 de Abril - 6ª feira (7de Set)Ler mais...
O programa cultural da 31.ª edição da Festa do Avante! foi apresentado ao público.
Tema em destaque é a evocação do 90.º aniversário da Revolução Socialista de Outubro, na Rússia, patente em vários espaços da Festa e celebrada com a Cantata Outubro, de Prokofiev.Outro merecido destaque vai para a vida e a obra do músico comunista Adriano Correia de Oliveira, por ocasião da passagem dos 65 anos do seu nascimento.Ler mais...
31ª Festa do «Avante!»Na conferência de imprensa de apresentação daquela que é a maior iniciativa político-cultural de massas do nosso país, a 31ª edição da Festa do «Avante!», Alexandre Araújo, do Secretariado do PCP, sublinhou que a Festa «é o resultado do esforço e dedicação de militantes e simpatizantes do PCP de todas as gerações, que em cada ano recriam um espaço de convívio, de reflexão, de reencontro, de amizade, camaradagem e solidariedade que lhe confere uma identidade única e constitui o seu mais forte capital de atracção».Ler mais...
Compra já a EP da FestaA Festa do «Avante!» 2007 tem lugar nos dias 7,8 e 9 de Setembro, a EP - Titulo de Solidadriedade já se encontra à venda nos Centros de Trabalho do PCP, no valor de €18,00Inscreve-te nas excursões à Festa, no centro de trabalho do PCP mais próximo.Ler mais... «Avante!»:
o Jornal que dá nome à FestaO Jornal «Avante!» acompanha, semanalmente, a construção e as iniciativas de preparação e de promoção da festa do «Avante!»Edição nº 1758, de 09/08/2007 Edição nº 1757, de 02/08/2007 Edição nº 1755, de 19/07/2007Edição nº 1753, de 05/07/2007Edição nº 1752, de 28/06/2007Edição nº 1751, de 21/06/2007
Palco Novos ValoresAssociando a cultura à luta juvenil, o Palco Novos Valores da Festa do «Avante!» projecta todos os anos novas bandas músicais que, de outra forma, teriam grandes dificuldades em dar a conhecer o excelente trabalho que realizam. Após vários concertos em cada região de todo o país a que milhares de jovens assistem todos os anos, é na Cidade da Juventude (Espaço da JCP) que muitos novos valores da música portuguesa se dão a conhecer aos muitos milhares de visitantes da Festa do «Avante!» Ficha de inscrição, regulamento e calendário Desporto na FestaSão muitas as actividades desportivas que vão decorrendo durante os meses que antecedem os dias da Festa do «Avante!». São torneios de várias modalidades que servem para promover a prática desportiva e a Festa.
Programa do Desporto - Festa do «Avante!» 2007Iniciativas desportivas de promoção Festa do «Avante!» 2007Nota de Imprensa sobre provas de promoção da Festa do Avante! 2007
Jornada de TrabalhoAs jornadas de trabalho na Festa do «Avante!» 2007 começam a 16 de Junho, Sábado. Informa-te no Centro de Trabalho do PCP mais próximo. PARTICIPA!Ler mais...
XV Bienal da Festa do “Avante!”A XV Bienal da Festa do “Avante!” terá lugar nos dias 7, 8 e 9 de Setembro de 2007, na Quinta da Atalaia, como parte integrante do programa da grande Festa que lhe dá nome.Aqui encontra o regulamento para participar.Ler mais...
Grafismos e Som - Festa 2007Já se encontram disponiveis os Grafismos e os Sons da Festa do «Avante!»Programa - Palco 25 de Abril - 6ª feira (7de Set)Ler mais...
terça-feira, agosto 07, 2007
RECORDAR É, NÃO ESQUECER
Como temos a memória curta, vale a pena recordar...liga o som. http://www.youtube.com/watch?v=DcEciCZ5u4M
domingo, agosto 05, 2007
LEITURAS DE VERÃO - ESCOLHA
Quatro frases que fazem crescer o nariz do Pinóquio , por Eduardo Galeano, 28/Jul
Guerras americanas no Médio Oriente: Oposição social e impotência política , por James Petras, 27/Jul
Liberalismo versus democracia social , por Alfredo Bosi, 26/Jul
O roubo do século , por Chan Akia, 25/Jul
A charada das taxas de juros reais – Parte I: A teoria económica da contradição , por Henry C. K. Liu, 24/Jul
O encontro secreto de Kissinger com Putin , por Mike Whitney, 23/Jul
As privatizações agravaram o défice orçamental, o défice externo e as condições de vida em Portugal , por Eugénio Rosa, 22/Jul
Brasil: Os dados do censo e a vida real do povo , por Waldemar Rossi, 20/Jul
Carta aberta a Saramago: Sobre uma bizarra amnésia histórica , por James Petras, 19/Jul
As exportações líquidas petróleo e o "Triângulo de ferro" , por Jeffrey J. Brown, 19/Jul
As bombas de Londres cabem também ao novo primeiro-ministro , por John Pilger, 18/Jul
À beira do precipício: A segurança energética e a estabilidade económica estão por um fio , por Daniel L. Davis, 18/Jul
O pico petrolífero e os subúrbios , por James Kunstler, 17/Jul
Cuito Cuanavale revisitado , por Piero Gleijeses, 16/Jul
R. D. do Congo: Um caso exemplar de pilhagem e submissão , por Damien Millet e Eric Toussaint, 13/Jul
Pequeno manual crítico duma Venezuela vilipendiada , por Romain Migus e Albert Mondovi, 12/Jul
Jean Salem e a memória histórica , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Jul
As dividas das empresas à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates , por Eugénio Rosa, 09/Jul
O projecto esgotado de reforma agrária , por João Pedro Stedile, 06/Jul
Intelectuais apolíticos , por Otto Rene Castillo, 05/Jul
A recolonização programada da África , por Henrique Júdice Magalhães, 04/Jul
Emprego e "flexinsegurança" em Portugal , por Eugénio Rosa, 03/Jul
Novo estudo de "Pilots for 9/11 Truth": Nenhum Boeing 757 chocou com o Pentágono , por Scholars for 9/11 Truth, 02/Jul
A utilização das Forças Armadas dentro dos EUA numa Emergência Nacional , por Michel Chossudovsky, 29/Jun
Antevisão de Sicko , por Richard D. Vogel, 28/Jun
Intelectuais, clérigos e bufões do canibalpitalismo , por Jorge Majfud, 28/Jun
As guerras que lubrificam a máquina do Pentágono , por Michael T. Klare, 27/Jun
Brasil: Reforma genocida da Segurança Social no campo , por Henrique Júdice Magalhães, 26/Jun
Serão as energias renováveis um investimento seguro a longo prazo? Ou afundarão dentro em breve? , por Bryan Leyland, 26/Jun
Administração pública: Projecto de lei sobre "carreiras, vínculos e remunerações" , por Eugénio Rosa, 25/Jun
Falsus in unum, falsus in omnibus (Falso numa coisa, falso no todo) , por John Busby, 25/Jun
A troca é produto de acordos , por FARC-EP, 22/Jun As trombetas das classes dominantes e os sinos das classes subalternas , por Domenico Losurdo, 22/Jun Os rebeldes no exército britânico combatem a propaganda , por John Pilger, 21/Jun Pico petrolífero: Cortes na energia eléctrica , por Railton Frith, 20/Jun O para-embaixador da Colômbia , por Carlos Fazio, 19/Jun Pico petrolífero em 2007? , por Carlton Meyer, 18/Jun Carta do 5º Congresso Nacional do MST , 17/Jun Revés em Gaza para a doutrina Bush , por Ali Abunimah, 16/Jun Pico petrolífero: Uma análise pormenorizada e transparente , por Phil Hart e Chris Skrebowski, 15/Jun Como se calcula actualmente a pensão de reforma , por Eugénio Rosa, 14/Jun Lucros da banca aumentaram 135% entre 2004 e 2006 , por Eugénio Rosa, 13/Jun Os micróbios de Pândora , por Silvia Ribeiro, 12/Jun A classe media, os movimentos sociais e a esquerda , por James Petras, 11/Jun Estados Unidos: a irresistível chegada da recessão , por Jorge Beinstein, 09/Jun Os disparates do presidente Uribe , por Apolinar Díaz-Callejas, 08/Jun Um tenso círculo de crédito, uma derrocada mais selvagem , por John Plender, 08/Jun Novo aeroporto: O falso problema e o verdadeiro , por Jorge Figueiredo, 08/Jun A jogada empresarial do clima , por David F. Noble, 07/Jun O pleno emprego , por Ciro de Oliveira Machado, 06/Jun "O engano" , por FARC-EP, 05/Jun Pico petrolífero: Fausto e a armadilha do macaco , por John Michael Greer, 05/Jun A adaptável máquina de intervenção dos EUA na Venezuela , por Eva Golinger, 04/Jun Os que Uribe pretende libertar não são das FARC , por Presos e Presas das FARC, 04/Jun Colômbia: Nem é acordo nem é humanitário , por Athemay Sterling, 03/Jun A economia americana entrou em recessão no 1º trimestre de 2007 , por GEAB, 01/Jun Os bastidores dissimulados do circo europeu contra Chávez , por Maxime Vivas, 31/Mai Alastra-se a dissenção entre os militares americanos , por John Catalinotto, 30/Mai Apodrecimento imperial , por James Petras, 29/Mai A responsabilidade dos EUA nas novas infelicidades libanesas , por Marie Nassif-Debs, 28/Mai Investigadores honestos do 11/Set são perseguidos , por Chris Bollyn, 28/Mai Palestina: Aprisionando toda uma nação , por John Pilger, 27/Mai "Flexigurança" na administração pública, primeiro passo também para o sector privado , por Eugénio Rosa, 25/Mai A tragédia dos necro-combustíveis , por Dominique Guillet, 25/Mai Interpelação ao Governo , por Francisco Lopes, 24/Mai Aliança militar global para cercar a Rússia e a China , por Mahdi Darius Nazemroaya, 24/Mai Portugal e o Pico de Hubbert , por Jorge Figueiredo, 23/Mai Notas sobre o renascimento cultural num tempo de barbárie , por James Petras, 22/Mai O pico petrolífero e a mentira da inflação , por Larry Chin, 21/Mai Destruição liquida de emprego em dois trimestres consecutivos , por Eugénio Rosa, 21/Mai A verdadeira razão da queda de Wolfowitz , por Robert Dobrow, 20/Mai O Decreto-Lei nº 187/87determinará reduções nas pensões dos trabalhadores que se reformarem no futuro , por Eugénio Rosa, 18/Mai A história da Monthly Review: 1949-1984 , por Robert W. McChesney, 18/Mai O mito Kennedy ascende outra vez , por John Pilger, 17/Mai Negacionismo e liberdade de investigação , por Domenico Losurdo, 16/Mai A histeria do aquecimento global: Ar quente & dinheiro frio – os comerciantes do medo , por Alexander Cockburn, 15/Mai Competitividade, produtividade e salários em Portugal e na UE , por Eugénio Rosa, 14/Mai Blackwater: O exército sombra de Bush , por Jeremy Scahill, 14/Mai Departamento de Segurança Interna dos EUA quer chave mestra para o DNS , por Monika Ermert e Craig Morris, 13/Mai Perfil Socrático: Última biografia oficial , por César Príncipe, 12/Mai Programa do executivo: Privatização do Estado com indulgência da igreja , por César Príncipe, 11/Mai Prós & Contras: O poder é um fingidor , por César Príncipe, 10/Mai República do betão: Os verdadeiros órgãos de soberania , por César Príncipe, 09/Mai França: Resistência e reconquista republicana , por PRCF, 08/Mai Pico petrolífero: A geologia vence a tecnologia , por Charles Hall e Nate Gagnon, 08/Mai A flexigurança: o que é e quais as consequências para os trabalhadores , por Eugénio Rosa, 07/Mai A desinformação económica desempenha um grande papel nas eleições francesas , por Mark Weisbrot, 05/Mai O Thunder Horse parte uma perna , por Carlton Meyer, 04/Mai Marxismo e questão nacional - O exemplo da Venezuela bolivariana , por Ronaldo Fonseca, 03/Mai A dançar com fadas , por Chris Sanders, 02/Mai "O que se impõe de imediato é uma Revolução Energética" , por Fidel Castro Ruz, 01/Mai O imperativo de um rendimento garantido internacional , por Stephen J. Fortunato Jr., 01/Mai A única economia viável , por István Mészáros, 30/Abr Aprovado pelo Senado brasileiro: Novo ataque à juventude pobre e trabalhadora , por Renato Nucci Junior, 29/Abr Brasil: Aprofunda-se o processo de regressão , por Marco Antonio V. dos Santos, 27/Abr A militarização da neurociência , por Hugh Gusterson, 26/Abr O século das raízes , por A.M Samsam Bakhtiari, 25/Abr França: É preciso ter a coragem de fazer um balanço real , por Danielle Bleitrach, 24/Abr Velhas distribuições, nova economia , por Rick Wolff e Max Fraad Wolff, 24/Abr Banco de Portugal abandonou independência e rigor técnico e entrou na campanha para rebaixar salários e liberalizar despedimentos , por Eugénio Rosa, 23/Abr Eleições em Timor não acabam com a crise , por Tom O'Lincoln, 22/Abr Somos políticos ou cidadãos? , por Howard Zinn, 20/Abr A privatização do Estado , por Naomi Klein, 20/Abr A verdadeira história dos voos da CIA – Os táxis da tortura , por Trevor Paglen e A. C. Thompson, 19/Abr Biocombustíveis: o jogo das lógicas perversas , por Silvia Ribeiro, 18/Abr O Partido da Revolução Venezuelana , por Hernán Ramírez, 18/Abr O Irão pode constituir a maior crise dos tempos modernos , por John Pilger, 17/Abr A loucura do dólar , por Mike Whitney, 17/Abr A produção de jet fuel e a dispensabilidade de novos aeroportos , por John Busby, 16/Abr Irão: A ameaça de uma guerra nuclear , por Gen. Leonid Ivashov, 16/Abr Fundos comunitários não utilizados: € 5.162 milhões até ao fim de 2006 , por Eugénio Rosa, 15/Abr O delírio anti-comunista na Polónia clerical , por PRCF, 14/Abr A "Frente Norte" do teatro de Guerra do Irão , por Michel Chossudovsky, 13/Abr Carta aberta aos Senhores Presidentes, Primeiros Ministros e Chefes de Estado do mundo , por FARC-EP, 13/Abr A resposta brutal , por Fidel Castro Ruz, 12/Abr Repressão no Haiti: a responsabilidade da 'esquerda' , por Raúl Zibechi, 11/Abr O legado de Faluja , por Jonathan Holmes, 10/Abr Os EUA e as tendências latino-americanas , por Philip Agee, 09/Abr A discriminação da mulher continua a ser tanto maior quanto mais elevada for a sua escolaridade e qualificação profissional , por Eugénio Rosa, 09/Abr Tocar a lira em Washington , por Angel Guerra Cabrera, 08/Abr A implicação da ONU em crimes de guerra , por Hans-Christof von Sponeck, 06/Abr Conheça a classe dominante global , por James Petras, 05/Abr México revisitado, comovente e contraditório , por Miguel Urbano Rodrigues, 04/Abr Genómica, biopirataria e povos indígenas , por Silvia Ribeiro, 04/Abr A guerra ao Irão , por Michel Chossudovsky, 03/Abr Um momento de orgulho para o nosso Partido , por Jarvis Tyner, 03/Abr A guerra de conquista: O novo roubo… cinco séculos depois , por Subcomandante Insurgente Marcos, 02/Abr O capataz do imperialismo e da reacção interna , por Fernando Silva, 30/Mar Paramilitarismo e dominação , por Carlos Fazio, 29/Mar Acordos bilaterais Brasil/EUA para o etanol repõem agenda da ALCA , por Luis Fernando Novoa Garzon, 28/Mar Aquecimento global: Uma mentira conveniente , por Andrew Marshall, 27/Mar A riqueza transferida para fora do país aumentou 113% no governo Sócrates , por Eugénio Rosa, 26/Mar Aterrorizados pela 'guerra ao terror' , por Zbigniew Brzezinski, 26/Mar O urânio e a guerra , por John Williams, 25/Mar Petróleo: do mal holandês à transição energética , por Alejandro Nadal, 23/Mar Exclusão política, ditadura mediática e democracia de baixa intensidade , por Volodia Teitelboim, 22/Mar Milho transgénico em circulação causa dano à saúde , por Plataforma Transgénicos Fora, 22/Mar Bush: quatro anos de horror , por La Jornada, 21/Mar Carta ao Presidente Lula , por PRCF, 21/Mar Jogando o Monopólio com dinheiro iraquiano , por Loretta Napoleoni e Georgia Straight, 21/Mar Agro-combustíveis versus soberania alimentar , por Sílvia Ribeiro, 20/Mar Custos, malfeitorias e perigos do dólar , por Rudo de Ruijter, 19/Mar A saúde e os custos da saúde em Portugal , por Eugénio Rosa, 18/Mar Declaração final do 1º encontro nacional de solidariedade com as lutas do povo colombiano , por MMSLPC, 17/Mar Colmatando o fosso entre torturadores e vítimas , por John Pilger, 16/Mar Carta Aberta ao General Petraeus , por James Petras, 15/Mar Bioconfusão , por Demétrio Alves, 14/Mar As infelicidades do Leste Europeu , por The Economist, 14/Mar Porque o mercado livre engana os consumidores quanto à inovação energética sustentável , por Jeff Vail, 13/Mar Cinco axiomas da sustentabilidade , por Richard Heinberg, 12/Mar Bush paga o servilismo de Uribe , por Raúl Reyes, 12/Mar A "reforma" da Administração Pública: Exemplo de um comportamento do governo que não é o de uma pessoa de bem , por Eugénio Rosa, 11/Mar Os desatinos do Banco Mundial , por Osvaldo Martinez, 09/Mar As desigualdades com base no sexo não estão a diminuir em Portugal , por Eugénio Rosa, 08/Mar Austrália: o 51º estado dos EUA , por John Pilger, 08/Mar A condição do dólar , por Lindsey Williams, 07/Mar Venezuela: Todo o apoio ao Partido da Revolução , por PCV, 07/Mar Brasil: Contra o rebaixamento da maioridade penal , por Renato Nucci Junior, 07/Mar A pseudo-esquerda cúmplice ou indiferente , por Raúl Zibechi, 06/Mar A reduzida eficácia do combate à evasão e à fraude no pagamento de contribuições à Segurança Social , por Eugénio Rosa, 06/Mar A abastança desenfreada dos Estados Unidos , por William A. M. Buckler, 05/Mar O mito dos biocombustíveis , por Edivan Pinto, Marluce Melo e Maria Luisa Mendonça, 04/Mar As eleições francesas – um panorama sombrio , por Miguel Urbano Rodrigues, 02/Mar Mistério: como a riqueza causa a pobreza no mundo , por Michael Parenti, 01/Mar Podem os biocombustíveis salvar a Europa, ou o planeta? , por The Economist, , 28/Fev A verdade incómoda do profeta Al Gore & a incomodidade da verdade , por Alfonso del Val, 27/Fev O aumento das desigualdades em Portugal e a redução das pensões de reforma e de aposentação que o governo pretende efectuar , por Eugénio Rosa, 26/Fev O carácter indivisível e universal da segurança global , por Vladimir Putin, 26/Fev O caminho da troca continua aberto , por Iván Márquez, 26/Fev Povo e cultura , por João Pedro Delgado, 25/Fev "Dom" Uribe e Pancho Pança , por Iván Márquez, 24/Fev Linguagem e medo global , por Eduardo Galeano, 23/Fev Carta aberta de 60 cientistas a convidar o primeiro-ministro do Canadá a reflectir sobre a teoria aquecimento global , por signatários, 23/Fev Abril de 2007: Ponto de inflexão da fase de impacto e entrada em recessão da economia dos EUA , por Global Europe Anticipation Bulletin, 22/Fev A mentira e a manipulação como instrumentos de condicionamento da opinião pública pelos media e a carta que o semanário Expresso não publicou , por Eugénio Rosa, 21/Fev EUA: Porque está Nemesis à nossa porta? , por Chalmers Johnson, 20/Fev A acumulação de capital na África Austral , por Arndt Hopfmann e outros, 19/Fev Brasil: Os dragões da maldade contra o santo guerreiro , por Marco Antonio V. dos Santos, 18/Fev Taxa de desemprego corrigida atingiu os 10,9% no 4º trimestre de 2006 , por Eugénio Rosa, 18/Fev O luto de uma Austrália secreta , por John Pilger, 17/Fev Não fui eu que deitei fogo à Guiné... , por Rabiatou Diallo, 16/Fev As esquerdas na Segunda Internacional. Os partidos socialistas e o debate entre revolucionários, reformistas e revisionistas. , por Octávio Rodríguez Araujo, 15/Fev A redução do défice orçamental em 2007 vai ser conseguida através de desorçamentações de facto e de medidas extraordinárias , por Eugénio Rosa, 14/Fev Irão: uma guerra em preparação , por John Pilger, 13/Fev Colômbia: A meia volta do ELN , por FARC-EP, 13/Fev Depois do SIM, o que vão fazer as populações que se deixaram levar pela hierarquia e votaram NÃO? , por Padre Mário de Oliveira, 13/Fev Invasão americana do Irão receberá resposta esmagadora , por Fars News Agency, 12/Fev Guerra sem fim: Em Herzliya, Israel revela a sua estratégia contra o Irão , por Thierry Meyssan, 12/Fev Colômbia: O escudo do cinismo , por Iván Márquez, 12/Fev Carta Aberta às minhas irmãs, aos meus irmãos do NÃO , por Padre Mário de Oliveira, 09/Fev Gravidez & Aborto (10): Novo paradigma de natalidade , por César Príncipe, 08/Fev Porque a imprensa americana silencia os avisos de Brzezinski de guerra contra o Irão? , por Barry Grey, 08/Fev Gravidez & Aborto (9): As dietas dos cruzados , por César Príncipe, 07/Fev Esquerdas e esquerdismo, um livro de Octavio Rodriguez de Araujo , por Miguel Urbano Rodrigues, 07/Fev Gravidez & Aborto (8): Os sete pecados mortais do NÃO , por César Príncipe, 06/Fev Petróleo: O dia de depois de amanhã , por A.M. Samsam Bakhtiari, 06/Fev Gravidez & Aborto (7): Cheias de graça , por César Príncipe, 05/Fev O que é o "choque" decisivo da nossa época? , por Jean Bricmont, 05/Fev A parcela do PIB que reverte para os trabalhadores tem diminuído em Portugal, o que agrava a sua situação e as desigualdades , por Eugénio Rosa, 05/Fev Gravidez & Aborto (6): O perigoso sémen do marquês , por César Príncipe, 04/Fev Contra as mistificações do Relatório Climático da ONU , por Natural Resources Stewardship Project, 04/Fev Gravidez & Aborto (5): O desmancho episcopal , por César Príncipe, 03/Fev Novos rumos econômicos , por Ciro de Oliveira Machado e Emmanuel Gama de Almeida, 03/Fev Gravidez & Aborto (4): A filha do arcebispo , por César Príncipe, 02/Fev "A Europa não existe: o que há é simplesmente a face europeia do projecto norte-americano" , por Samir Amin, 02/Fev Gravidez & Aborto (3): A roda ininterrupta , por César Príncipe, 01/Fev Estatísticas fiáveis sobre a distribuição da riqueza no mundo , por Michael R. Krätke, 01/Fev Gravidez & Aborto (2): Euro-interrupção , por César Príncipe, 31/Jan Preços sem controlo fazem disparar inflação e lucros em Portugal , por Eugénio Rosa, 31/Jan Gravidez & Aborto (1): Recordar a mulher em 11 de Fevereiro , por César Príncipe, 30/Jan Desperdício, fraude e abuso: mais um dia no Pentágono , por Chris Townsend, 30/Jan Fantasmas do passado visitam arrependidos da esquerda , por James Petras, 29/Jan Líbano: "Enfrentemos juntos o pesadelo da guerra civil" , por PCL, 27/Jan Petróleo: Vamos observar o desdobrar da crise , por Kenneth S. Deffeyes, 26/Jan Presidenciais francesas de 2007: A caverna do cego? , por Georges Labica, 25/Jan O ancestral do Pico Petrolífero: O pico da produção carbonífera britânica , por Ugo Bardi, 24/Jan A utilização da história e a guerra contra o terrorismo , por Howard Zinn, 23/Jan Terror e fome em Gaza , por John Pilger, 22/Jan Greve geral no Líbano , por Al-Oufok, 22/Jan O governo pretende, novamente, alterar para pior a lei da aposentação dos trabalhadores da administração pública , por Eugénio Rosa, 21/Jan Fase de impacto da crise sistémica global: Os seis aspectos da "Muito grande depressão americana" de 2007 , por GEAB, 19/Jan O declínio do dólar… e dos Estados Unidos , por Jorge Beinstein, 18/Jan Quem domina os Estados Unidos? , por James Petras, 17/Jan A estratégia da tensão: O terrorismo não reinvindicado da NATO , por Daniele Genser, 16/Jan Bush prepara-se para intensificar a guerra no Iraque , por Sara Flounders, 15/Jan Governo dos EUA rouba activos cubanos , por MRE de Cuba, 15/Jan Carta aberta ao Sr. Álvaro Uribe Velez, Presidente da Colômbia , por personalidades signatárias, 15/Jan A 3ª versão do PEC vai agravar ainda mais as desigualdades em Portugal , por Eugénio Rosa, 14/Jan O uso perverso da linguagem , por Vicente Romano, 12/Jan Bufão aos 60 anos , por CECAC, 11/Jan Os Estados Unidos estão insolventes , por Chris Martenson, 10/Jan O impacto do pico petrolífero sobre a segurança alimentar , por Caroline Lucas e outros, 09/Jan Legalizar o consumo da droga: única alternativa séria para eliminar o narcotráfico , por FARC-EP, 08/Jan Drogas ilícitas e globalização , por Maria Lúcia Karam, 08/Jan Os medicamentos vendidos de Fevereiro a Abril de 2007 irão custar mais € 7,7 milhões aos portugueses , por Eugénio Rosa, 07/Jan Vinte centimos , por Alberto Cruz, 05/Jan A construção do império económico: A centralidade da corrupção , por James Petras, 04/Jan A estratégia mediática estadunidense 1945-2005 , por René Naba, 03/Jan Fundos comunitários: €4.602 milhões não foram utilizados até ao fim de 2005; mais de €603 milhões não foram pagos às empresas , por Eugénio Rosa, 02/Jan Saudações de ano novo , por FARC-EP, 31/Dez Não chorem por Saddam , por Asad AbuKhalil, 30/Dez A tentativa pífia do imperialismo americano de imitar a História de Roma , por Jorge Almeida, 29/Dez Maquiavel em todo o seu esplendor , por Gonçalo Tilman Gusmão, 28/Dez O lado escuro da medicina nanotecnológica , por Silvia Ribeiro, 27/Dez A encruzilhada boliviana , por Guillermo Almeyra, 26/Dez Estes natais sinistros , por Gabriel García Márquez, 25/Dez Os espanhóis e os portugueses , por Friedrich List, 25/Dez O CSNU em breve lamentará a sua decisão , por Mahmoud Ahmadinejad, 24/Dez Bush desenvolve armas ilegais de guerra biológica para uso ofensivo , por Sherwood Ross, 22/Dez Biocombustíveis: Biodevastação, fome & falsos créditos de carbono , por Mae-Wan Ho, 21/Dez As vacas leiteiras das dívidas pessoais: A indústria do cartão de crédito e o capitalismo predatório , por Charles Sullivan, 20/Dez Imperialismo nu: A busca norte-americana da hegemonia global , por John Bellamy Foster, 19/Dez Dois pesos e duas medidas na Lei do OE2007: Tira a trabalhadores e pensionistas, mas mantém e até cria novos benefícios fiscais para uma minoria já privilegiada , por Eugénio Rosa, 18/Dez Colômbia: Uma aliança para salvar o país , por Iván Marquez, 18/Dez A queda da União Soviética , por Fidel Castro, 15/Dez Venezuela: Avança a ideia do partido revolucionário único , por Prensa Latina, 14/Dez A formação da mentalidade submissa , por Vicente Romano, 13/Dez Chips espiões , por Silvia Ribeiro, 12/Dez Pico petrolífero: as quatro etapas da transição , por Ali Morteza Samsam Bakhtiari, 11/Dez Estabelecendo os limites do jornalismo de invasão , por John Pilger, 08/Dez México: Rumo a um estado de excepção? , por Carlos Fazio, 07/Dez Socialismo ou neo-desenvolvimentismo , por Claudio Katz, 06/Dez Estado espanhol: Manifesto pela III República , por organizações várias, 05/Dez Líbano: Os EUA sustentam Saniura contra a cólera popular , por Marie Nassif-Debs, 05/Dez O segundo governo Lula e a desertificação social-liberal no Brasil , por Ricardo Antunes, 05/Dez O capital monopolista-financeiro , por John Bellamy Foster, 04/Dez O preço da electricidade em Portugal e na UE, os lucros da EDP e a ignorância do ministro da Economia , por Eugénio Rosa, 04/Dez Os "entraves" para o desenvolvimento, segundo o presidente Lula , por Comissão Pastoral da Terra, 02/Dez Baker para Bush: O jogo acabou , por Robert Dreyfuss, 01/Dez Biocombustíveis e transgénicos , por Silvia Ribeiro, 01/Dez Guerra contra o terrorismo ou guerra contra as liberdades? , por Jean Claude Paye, 30/Nov Debatendo guerra e paz atrás de portas fechadas: Conferência de Segurança da NATO em Riga , por Michel Chossudovsky, 29/Nov Carta aberta ao povo e ao governo dos EUA (e resposta às FARC) , por James Petras, 28/Nov A UE quer destruir a viticultura europeia , por Raoul Marc Jennard, 27/Nov Contribuições (para entender o que se passa no México) , por Carlos Fazio, 27/Nov O desemprego corrigido continua a aumentar com o governo do PS , por Eugénio Rosa, 26/Nov O significado do trabalho: Uma perspectiva marxista , por Harry Magdoff, 24/Nov O sistema do dólar e a realidade económica dos EUA no pós guerra , por F. William Engdahl, 23/Nov A queda das três torres do World Trade Center , por Arno Mansouri, 22/Nov Um conto de quatro previsões – Hubbert, Deffeyes, Yergin & Jackson , por Jeffrey J. Brown, 21/Nov México: A "Outra campanha" , por Pável Blanco Cabrera, 20/Nov Em 2006 o abandono escolar aumentou em Portugal , por Eugénio Rosa, 20/Nov Morreu o inimigo de nove décimos da humanidade , por Stephen Gowans, 20/Nov A paranóia do dióxido de carbono , por Rui G. Moura, 20/Nov A história secreta da moeda norte-americana: o duplo padrão quanto às regras internacionais , por Ha-Joon Chang, 19/Nov O caminho para além do petróleo: doze teses , por Peter Goodchild, 19/Nov Euro, cinco anos depois: "Confirmam-se as consequências da perda de soberania monetária" , por Jerónimo de Sousa, 18/Nov Preparar-se-ão novas violências com a "iniciativa do Fitr"? , por Marie Nassif-Debs, 17/Nov Patriot Act: Universidades do Canadá procuram esconder o seu trabalho da espionagem americana , por Caroline Alphonso, 16/Nov Porque Bush quer confrontar a Coreia do Norte , por Gregory Elich, 15/Nov Ofensiva do Pentágono sobre a Internet , por Rosa Miriam Elizalde, 14/Nov "A necessidade da superação revolucionária do capitalismo não desapareceu" , por Jerónimo de Sousa, 13/Nov Saddam: Vamos agora acusar os cúmplices , por John Pilger, 13/Nov Um orçamento que não garante o crescimento económico e sem preocupações sociais , por Eugénio Rosa, 13/Nov Mais de 1000 soldados dos EUA assinam petição , por John Catalinotto, 12/Nov Oaxaca contra-insurgente , por Carlos Fazio, 11/Nov Carta aberta ao povo dos Estados Unidos , por FARC-EP, 10/Nov O dinheiro como um relacionamento social no capitalismo , por Michael Heinrich, 09/Nov O extermínio das empresas brasileiras , por Adriano Benayon, 08/Nov A doutrina Blair: sangue e dinheiro , por John Pilger, 07/Nov A explosão da dívida e a especulação , por Fred Magdoff, 06/Nov Privatização e crise energética , por La Jornada, 05/Nov Sobre as brutalidades em Oaxaca , por Noam Chomsky, John Berger, Arundhati Roy, Antonio Negri, Naomi Klein, Howard Zinn, Eduardo Galeano, Alice Walker, Michael Moore, Tariq Ali, Mike Davis, John Pilger, Michael Hardt, Alessandra Moctezuma, Anthony Arnove, Bernadine Dohrn, Camilo Mejía, Roxanne Dunbar Ortiz, Daniel Berger, Danny Glover, David Graeber, Eve Ensler, Francis Fox Piven, Gloria Steinem, Gustavo Esteva, Jeremy Scahill, Mira Nair, Oscar Olivera, Roisin Davis, Starhawk e Wallace Shawn, 03/Nov A febre de Uribe , por Iván Márquez, 03/Nov A NOVA LEI DE BASES DA SEGURANÇA SOCIAL: o governo aceitou as exigências do PSD que Sócrates e Vieira da Silva tanto criticaram , por Eugénio Rosa, 02/Nov Nov/2006: Princípio da fase de impacto da crise sistémica global , por LEAP, 01/Nov México: As mãos sangrentas de Fox , por La Jornada, 31/Out O OE2007: Um orçamento de confronto com os trabalhadores e que vai determinar a degradação da Administração Pública e dos serviços essenciais que esta presta à população , por Eugénio Rosa, 30/Out Expor o coração apodrecido do império , por John Pilger, 30/Out Taser, a arma "não letal" que mata pessoas , por RAIDH, 27/Out O Pentágono precipita os europeus no caos afegão , por Thierry Meyssan, 26/Out Por uma doutrina militar e de defesa nacional bolivariana , por Jaime Cienfuegos, 25/Out Eleições no Brasil. Por que Lula? , por Marco Antônio Villela dos Santos, 25/Out Contra uma Internet imperial , por Bill Moyers e Scott Fogdall, 24/Out Ferimentos misteriosos indicam a utilização de uma nova arma por Israel , por Rory McCarthy, 23/Out Venezuela e China – Rumo a um mundo multipolar , por Michael Locker e Dave Hancock, 23/Out Coreia rejeita "resolução" do Conselho de Segurança da ONU , por RDPC, 22/Out Brasil: Que voto? , por Correio da Cidadania, 21/Out Na máquina do tempo , por Octavio Rodríguez Araujo, 21/Out O colapso da aventura no Iraque e o balanço dos crimes contra a humanidade , por Durval de Noronha Goyos, 20/Out "Agora voto em Lula" , por Francisco de Oliveira, 20/Out A Inquisição de Évora , por António Borges Coelho, 19/Out Guerra biológica? — Vacina contra o antrax para os soldados no Iraque, Afeganistão e Coreia do Sul , por Medical News Today, 19/Out Demasiado ocupados a manipularem a sua dignidade , por John Pilger, 18/Out O massacre dos iraquianos , por Eduardo Maia Costa, 18/Out A libertação total da Palestina e o retorno de todos os refugiados são um direito inalienável e imprescritível , por Georges Adda, 17/Out A Coreia do Norte e o duplo critério , por La Jornada, 16/Out A política salarial do governo PS para a Administração Pública só poderá determinar a sua degradação , por Eugénio Rosa, 16/Out
Artigos anteriores publicados por resistir.info:
Em 2002 e 2003
Em 2004
Em 2005
Em 2006 (até 15/Outubro)
L i n k s Outros sítios web a visitar Acerca do 11 de Setembro (compilação de links feita pelo Prof. Michel Chossudovsky)
Guerras americanas no Médio Oriente: Oposição social e impotência política , por James Petras, 27/Jul
Liberalismo versus democracia social , por Alfredo Bosi, 26/Jul
O roubo do século , por Chan Akia, 25/Jul
A charada das taxas de juros reais – Parte I: A teoria económica da contradição , por Henry C. K. Liu, 24/Jul
O encontro secreto de Kissinger com Putin , por Mike Whitney, 23/Jul
As privatizações agravaram o défice orçamental, o défice externo e as condições de vida em Portugal , por Eugénio Rosa, 22/Jul
Brasil: Os dados do censo e a vida real do povo , por Waldemar Rossi, 20/Jul
Carta aberta a Saramago: Sobre uma bizarra amnésia histórica , por James Petras, 19/Jul
As exportações líquidas petróleo e o "Triângulo de ferro" , por Jeffrey J. Brown, 19/Jul
As bombas de Londres cabem também ao novo primeiro-ministro , por John Pilger, 18/Jul
À beira do precipício: A segurança energética e a estabilidade económica estão por um fio , por Daniel L. Davis, 18/Jul
O pico petrolífero e os subúrbios , por James Kunstler, 17/Jul
Cuito Cuanavale revisitado , por Piero Gleijeses, 16/Jul
R. D. do Congo: Um caso exemplar de pilhagem e submissão , por Damien Millet e Eric Toussaint, 13/Jul
Pequeno manual crítico duma Venezuela vilipendiada , por Romain Migus e Albert Mondovi, 12/Jul
Jean Salem e a memória histórica , por Miguel Urbano Rodrigues, 10/Jul
As dividas das empresas à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates , por Eugénio Rosa, 09/Jul
O projecto esgotado de reforma agrária , por João Pedro Stedile, 06/Jul
Intelectuais apolíticos , por Otto Rene Castillo, 05/Jul
A recolonização programada da África , por Henrique Júdice Magalhães, 04/Jul
Emprego e "flexinsegurança" em Portugal , por Eugénio Rosa, 03/Jul
Novo estudo de "Pilots for 9/11 Truth": Nenhum Boeing 757 chocou com o Pentágono , por Scholars for 9/11 Truth, 02/Jul
A utilização das Forças Armadas dentro dos EUA numa Emergência Nacional , por Michel Chossudovsky, 29/Jun
Antevisão de Sicko , por Richard D. Vogel, 28/Jun
Intelectuais, clérigos e bufões do canibalpitalismo , por Jorge Majfud, 28/Jun
As guerras que lubrificam a máquina do Pentágono , por Michael T. Klare, 27/Jun
Brasil: Reforma genocida da Segurança Social no campo , por Henrique Júdice Magalhães, 26/Jun
Serão as energias renováveis um investimento seguro a longo prazo? Ou afundarão dentro em breve? , por Bryan Leyland, 26/Jun
Administração pública: Projecto de lei sobre "carreiras, vínculos e remunerações" , por Eugénio Rosa, 25/Jun
Falsus in unum, falsus in omnibus (Falso numa coisa, falso no todo) , por John Busby, 25/Jun
A troca é produto de acordos , por FARC-EP, 22/Jun As trombetas das classes dominantes e os sinos das classes subalternas , por Domenico Losurdo, 22/Jun Os rebeldes no exército britânico combatem a propaganda , por John Pilger, 21/Jun Pico petrolífero: Cortes na energia eléctrica , por Railton Frith, 20/Jun O para-embaixador da Colômbia , por Carlos Fazio, 19/Jun Pico petrolífero em 2007? , por Carlton Meyer, 18/Jun Carta do 5º Congresso Nacional do MST , 17/Jun Revés em Gaza para a doutrina Bush , por Ali Abunimah, 16/Jun Pico petrolífero: Uma análise pormenorizada e transparente , por Phil Hart e Chris Skrebowski, 15/Jun Como se calcula actualmente a pensão de reforma , por Eugénio Rosa, 14/Jun Lucros da banca aumentaram 135% entre 2004 e 2006 , por Eugénio Rosa, 13/Jun Os micróbios de Pândora , por Silvia Ribeiro, 12/Jun A classe media, os movimentos sociais e a esquerda , por James Petras, 11/Jun Estados Unidos: a irresistível chegada da recessão , por Jorge Beinstein, 09/Jun Os disparates do presidente Uribe , por Apolinar Díaz-Callejas, 08/Jun Um tenso círculo de crédito, uma derrocada mais selvagem , por John Plender, 08/Jun Novo aeroporto: O falso problema e o verdadeiro , por Jorge Figueiredo, 08/Jun A jogada empresarial do clima , por David F. Noble, 07/Jun O pleno emprego , por Ciro de Oliveira Machado, 06/Jun "O engano" , por FARC-EP, 05/Jun Pico petrolífero: Fausto e a armadilha do macaco , por John Michael Greer, 05/Jun A adaptável máquina de intervenção dos EUA na Venezuela , por Eva Golinger, 04/Jun Os que Uribe pretende libertar não são das FARC , por Presos e Presas das FARC, 04/Jun Colômbia: Nem é acordo nem é humanitário , por Athemay Sterling, 03/Jun A economia americana entrou em recessão no 1º trimestre de 2007 , por GEAB, 01/Jun Os bastidores dissimulados do circo europeu contra Chávez , por Maxime Vivas, 31/Mai Alastra-se a dissenção entre os militares americanos , por John Catalinotto, 30/Mai Apodrecimento imperial , por James Petras, 29/Mai A responsabilidade dos EUA nas novas infelicidades libanesas , por Marie Nassif-Debs, 28/Mai Investigadores honestos do 11/Set são perseguidos , por Chris Bollyn, 28/Mai Palestina: Aprisionando toda uma nação , por John Pilger, 27/Mai "Flexigurança" na administração pública, primeiro passo também para o sector privado , por Eugénio Rosa, 25/Mai A tragédia dos necro-combustíveis , por Dominique Guillet, 25/Mai Interpelação ao Governo , por Francisco Lopes, 24/Mai Aliança militar global para cercar a Rússia e a China , por Mahdi Darius Nazemroaya, 24/Mai Portugal e o Pico de Hubbert , por Jorge Figueiredo, 23/Mai Notas sobre o renascimento cultural num tempo de barbárie , por James Petras, 22/Mai O pico petrolífero e a mentira da inflação , por Larry Chin, 21/Mai Destruição liquida de emprego em dois trimestres consecutivos , por Eugénio Rosa, 21/Mai A verdadeira razão da queda de Wolfowitz , por Robert Dobrow, 20/Mai O Decreto-Lei nº 187/87determinará reduções nas pensões dos trabalhadores que se reformarem no futuro , por Eugénio Rosa, 18/Mai A história da Monthly Review: 1949-1984 , por Robert W. McChesney, 18/Mai O mito Kennedy ascende outra vez , por John Pilger, 17/Mai Negacionismo e liberdade de investigação , por Domenico Losurdo, 16/Mai A histeria do aquecimento global: Ar quente & dinheiro frio – os comerciantes do medo , por Alexander Cockburn, 15/Mai Competitividade, produtividade e salários em Portugal e na UE , por Eugénio Rosa, 14/Mai Blackwater: O exército sombra de Bush , por Jeremy Scahill, 14/Mai Departamento de Segurança Interna dos EUA quer chave mestra para o DNS , por Monika Ermert e Craig Morris, 13/Mai Perfil Socrático: Última biografia oficial , por César Príncipe, 12/Mai Programa do executivo: Privatização do Estado com indulgência da igreja , por César Príncipe, 11/Mai Prós & Contras: O poder é um fingidor , por César Príncipe, 10/Mai República do betão: Os verdadeiros órgãos de soberania , por César Príncipe, 09/Mai França: Resistência e reconquista republicana , por PRCF, 08/Mai Pico petrolífero: A geologia vence a tecnologia , por Charles Hall e Nate Gagnon, 08/Mai A flexigurança: o que é e quais as consequências para os trabalhadores , por Eugénio Rosa, 07/Mai A desinformação económica desempenha um grande papel nas eleições francesas , por Mark Weisbrot, 05/Mai O Thunder Horse parte uma perna , por Carlton Meyer, 04/Mai Marxismo e questão nacional - O exemplo da Venezuela bolivariana , por Ronaldo Fonseca, 03/Mai A dançar com fadas , por Chris Sanders, 02/Mai "O que se impõe de imediato é uma Revolução Energética" , por Fidel Castro Ruz, 01/Mai O imperativo de um rendimento garantido internacional , por Stephen J. Fortunato Jr., 01/Mai A única economia viável , por István Mészáros, 30/Abr Aprovado pelo Senado brasileiro: Novo ataque à juventude pobre e trabalhadora , por Renato Nucci Junior, 29/Abr Brasil: Aprofunda-se o processo de regressão , por Marco Antonio V. dos Santos, 27/Abr A militarização da neurociência , por Hugh Gusterson, 26/Abr O século das raízes , por A.M Samsam Bakhtiari, 25/Abr França: É preciso ter a coragem de fazer um balanço real , por Danielle Bleitrach, 24/Abr Velhas distribuições, nova economia , por Rick Wolff e Max Fraad Wolff, 24/Abr Banco de Portugal abandonou independência e rigor técnico e entrou na campanha para rebaixar salários e liberalizar despedimentos , por Eugénio Rosa, 23/Abr Eleições em Timor não acabam com a crise , por Tom O'Lincoln, 22/Abr Somos políticos ou cidadãos? , por Howard Zinn, 20/Abr A privatização do Estado , por Naomi Klein, 20/Abr A verdadeira história dos voos da CIA – Os táxis da tortura , por Trevor Paglen e A. C. Thompson, 19/Abr Biocombustíveis: o jogo das lógicas perversas , por Silvia Ribeiro, 18/Abr O Partido da Revolução Venezuelana , por Hernán Ramírez, 18/Abr O Irão pode constituir a maior crise dos tempos modernos , por John Pilger, 17/Abr A loucura do dólar , por Mike Whitney, 17/Abr A produção de jet fuel e a dispensabilidade de novos aeroportos , por John Busby, 16/Abr Irão: A ameaça de uma guerra nuclear , por Gen. Leonid Ivashov, 16/Abr Fundos comunitários não utilizados: € 5.162 milhões até ao fim de 2006 , por Eugénio Rosa, 15/Abr O delírio anti-comunista na Polónia clerical , por PRCF, 14/Abr A "Frente Norte" do teatro de Guerra do Irão , por Michel Chossudovsky, 13/Abr Carta aberta aos Senhores Presidentes, Primeiros Ministros e Chefes de Estado do mundo , por FARC-EP, 13/Abr A resposta brutal , por Fidel Castro Ruz, 12/Abr Repressão no Haiti: a responsabilidade da 'esquerda' , por Raúl Zibechi, 11/Abr O legado de Faluja , por Jonathan Holmes, 10/Abr Os EUA e as tendências latino-americanas , por Philip Agee, 09/Abr A discriminação da mulher continua a ser tanto maior quanto mais elevada for a sua escolaridade e qualificação profissional , por Eugénio Rosa, 09/Abr Tocar a lira em Washington , por Angel Guerra Cabrera, 08/Abr A implicação da ONU em crimes de guerra , por Hans-Christof von Sponeck, 06/Abr Conheça a classe dominante global , por James Petras, 05/Abr México revisitado, comovente e contraditório , por Miguel Urbano Rodrigues, 04/Abr Genómica, biopirataria e povos indígenas , por Silvia Ribeiro, 04/Abr A guerra ao Irão , por Michel Chossudovsky, 03/Abr Um momento de orgulho para o nosso Partido , por Jarvis Tyner, 03/Abr A guerra de conquista: O novo roubo… cinco séculos depois , por Subcomandante Insurgente Marcos, 02/Abr O capataz do imperialismo e da reacção interna , por Fernando Silva, 30/Mar Paramilitarismo e dominação , por Carlos Fazio, 29/Mar Acordos bilaterais Brasil/EUA para o etanol repõem agenda da ALCA , por Luis Fernando Novoa Garzon, 28/Mar Aquecimento global: Uma mentira conveniente , por Andrew Marshall, 27/Mar A riqueza transferida para fora do país aumentou 113% no governo Sócrates , por Eugénio Rosa, 26/Mar Aterrorizados pela 'guerra ao terror' , por Zbigniew Brzezinski, 26/Mar O urânio e a guerra , por John Williams, 25/Mar Petróleo: do mal holandês à transição energética , por Alejandro Nadal, 23/Mar Exclusão política, ditadura mediática e democracia de baixa intensidade , por Volodia Teitelboim, 22/Mar Milho transgénico em circulação causa dano à saúde , por Plataforma Transgénicos Fora, 22/Mar Bush: quatro anos de horror , por La Jornada, 21/Mar Carta ao Presidente Lula , por PRCF, 21/Mar Jogando o Monopólio com dinheiro iraquiano , por Loretta Napoleoni e Georgia Straight, 21/Mar Agro-combustíveis versus soberania alimentar , por Sílvia Ribeiro, 20/Mar Custos, malfeitorias e perigos do dólar , por Rudo de Ruijter, 19/Mar A saúde e os custos da saúde em Portugal , por Eugénio Rosa, 18/Mar Declaração final do 1º encontro nacional de solidariedade com as lutas do povo colombiano , por MMSLPC, 17/Mar Colmatando o fosso entre torturadores e vítimas , por John Pilger, 16/Mar Carta Aberta ao General Petraeus , por James Petras, 15/Mar Bioconfusão , por Demétrio Alves, 14/Mar As infelicidades do Leste Europeu , por The Economist, 14/Mar Porque o mercado livre engana os consumidores quanto à inovação energética sustentável , por Jeff Vail, 13/Mar Cinco axiomas da sustentabilidade , por Richard Heinberg, 12/Mar Bush paga o servilismo de Uribe , por Raúl Reyes, 12/Mar A "reforma" da Administração Pública: Exemplo de um comportamento do governo que não é o de uma pessoa de bem , por Eugénio Rosa, 11/Mar Os desatinos do Banco Mundial , por Osvaldo Martinez, 09/Mar As desigualdades com base no sexo não estão a diminuir em Portugal , por Eugénio Rosa, 08/Mar Austrália: o 51º estado dos EUA , por John Pilger, 08/Mar A condição do dólar , por Lindsey Williams, 07/Mar Venezuela: Todo o apoio ao Partido da Revolução , por PCV, 07/Mar Brasil: Contra o rebaixamento da maioridade penal , por Renato Nucci Junior, 07/Mar A pseudo-esquerda cúmplice ou indiferente , por Raúl Zibechi, 06/Mar A reduzida eficácia do combate à evasão e à fraude no pagamento de contribuições à Segurança Social , por Eugénio Rosa, 06/Mar A abastança desenfreada dos Estados Unidos , por William A. M. Buckler, 05/Mar O mito dos biocombustíveis , por Edivan Pinto, Marluce Melo e Maria Luisa Mendonça, 04/Mar As eleições francesas – um panorama sombrio , por Miguel Urbano Rodrigues, 02/Mar Mistério: como a riqueza causa a pobreza no mundo , por Michael Parenti, 01/Mar Podem os biocombustíveis salvar a Europa, ou o planeta? , por The Economist, , 28/Fev A verdade incómoda do profeta Al Gore & a incomodidade da verdade , por Alfonso del Val, 27/Fev O aumento das desigualdades em Portugal e a redução das pensões de reforma e de aposentação que o governo pretende efectuar , por Eugénio Rosa, 26/Fev O carácter indivisível e universal da segurança global , por Vladimir Putin, 26/Fev O caminho da troca continua aberto , por Iván Márquez, 26/Fev Povo e cultura , por João Pedro Delgado, 25/Fev "Dom" Uribe e Pancho Pança , por Iván Márquez, 24/Fev Linguagem e medo global , por Eduardo Galeano, 23/Fev Carta aberta de 60 cientistas a convidar o primeiro-ministro do Canadá a reflectir sobre a teoria aquecimento global , por signatários, 23/Fev Abril de 2007: Ponto de inflexão da fase de impacto e entrada em recessão da economia dos EUA , por Global Europe Anticipation Bulletin, 22/Fev A mentira e a manipulação como instrumentos de condicionamento da opinião pública pelos media e a carta que o semanário Expresso não publicou , por Eugénio Rosa, 21/Fev EUA: Porque está Nemesis à nossa porta? , por Chalmers Johnson, 20/Fev A acumulação de capital na África Austral , por Arndt Hopfmann e outros, 19/Fev Brasil: Os dragões da maldade contra o santo guerreiro , por Marco Antonio V. dos Santos, 18/Fev Taxa de desemprego corrigida atingiu os 10,9% no 4º trimestre de 2006 , por Eugénio Rosa, 18/Fev O luto de uma Austrália secreta , por John Pilger, 17/Fev Não fui eu que deitei fogo à Guiné... , por Rabiatou Diallo, 16/Fev As esquerdas na Segunda Internacional. Os partidos socialistas e o debate entre revolucionários, reformistas e revisionistas. , por Octávio Rodríguez Araujo, 15/Fev A redução do défice orçamental em 2007 vai ser conseguida através de desorçamentações de facto e de medidas extraordinárias , por Eugénio Rosa, 14/Fev Irão: uma guerra em preparação , por John Pilger, 13/Fev Colômbia: A meia volta do ELN , por FARC-EP, 13/Fev Depois do SIM, o que vão fazer as populações que se deixaram levar pela hierarquia e votaram NÃO? , por Padre Mário de Oliveira, 13/Fev Invasão americana do Irão receberá resposta esmagadora , por Fars News Agency, 12/Fev Guerra sem fim: Em Herzliya, Israel revela a sua estratégia contra o Irão , por Thierry Meyssan, 12/Fev Colômbia: O escudo do cinismo , por Iván Márquez, 12/Fev Carta Aberta às minhas irmãs, aos meus irmãos do NÃO , por Padre Mário de Oliveira, 09/Fev Gravidez & Aborto (10): Novo paradigma de natalidade , por César Príncipe, 08/Fev Porque a imprensa americana silencia os avisos de Brzezinski de guerra contra o Irão? , por Barry Grey, 08/Fev Gravidez & Aborto (9): As dietas dos cruzados , por César Príncipe, 07/Fev Esquerdas e esquerdismo, um livro de Octavio Rodriguez de Araujo , por Miguel Urbano Rodrigues, 07/Fev Gravidez & Aborto (8): Os sete pecados mortais do NÃO , por César Príncipe, 06/Fev Petróleo: O dia de depois de amanhã , por A.M. Samsam Bakhtiari, 06/Fev Gravidez & Aborto (7): Cheias de graça , por César Príncipe, 05/Fev O que é o "choque" decisivo da nossa época? , por Jean Bricmont, 05/Fev A parcela do PIB que reverte para os trabalhadores tem diminuído em Portugal, o que agrava a sua situação e as desigualdades , por Eugénio Rosa, 05/Fev Gravidez & Aborto (6): O perigoso sémen do marquês , por César Príncipe, 04/Fev Contra as mistificações do Relatório Climático da ONU , por Natural Resources Stewardship Project, 04/Fev Gravidez & Aborto (5): O desmancho episcopal , por César Príncipe, 03/Fev Novos rumos econômicos , por Ciro de Oliveira Machado e Emmanuel Gama de Almeida, 03/Fev Gravidez & Aborto (4): A filha do arcebispo , por César Príncipe, 02/Fev "A Europa não existe: o que há é simplesmente a face europeia do projecto norte-americano" , por Samir Amin, 02/Fev Gravidez & Aborto (3): A roda ininterrupta , por César Príncipe, 01/Fev Estatísticas fiáveis sobre a distribuição da riqueza no mundo , por Michael R. Krätke, 01/Fev Gravidez & Aborto (2): Euro-interrupção , por César Príncipe, 31/Jan Preços sem controlo fazem disparar inflação e lucros em Portugal , por Eugénio Rosa, 31/Jan Gravidez & Aborto (1): Recordar a mulher em 11 de Fevereiro , por César Príncipe, 30/Jan Desperdício, fraude e abuso: mais um dia no Pentágono , por Chris Townsend, 30/Jan Fantasmas do passado visitam arrependidos da esquerda , por James Petras, 29/Jan Líbano: "Enfrentemos juntos o pesadelo da guerra civil" , por PCL, 27/Jan Petróleo: Vamos observar o desdobrar da crise , por Kenneth S. Deffeyes, 26/Jan Presidenciais francesas de 2007: A caverna do cego? , por Georges Labica, 25/Jan O ancestral do Pico Petrolífero: O pico da produção carbonífera britânica , por Ugo Bardi, 24/Jan A utilização da história e a guerra contra o terrorismo , por Howard Zinn, 23/Jan Terror e fome em Gaza , por John Pilger, 22/Jan Greve geral no Líbano , por Al-Oufok, 22/Jan O governo pretende, novamente, alterar para pior a lei da aposentação dos trabalhadores da administração pública , por Eugénio Rosa, 21/Jan Fase de impacto da crise sistémica global: Os seis aspectos da "Muito grande depressão americana" de 2007 , por GEAB, 19/Jan O declínio do dólar… e dos Estados Unidos , por Jorge Beinstein, 18/Jan Quem domina os Estados Unidos? , por James Petras, 17/Jan A estratégia da tensão: O terrorismo não reinvindicado da NATO , por Daniele Genser, 16/Jan Bush prepara-se para intensificar a guerra no Iraque , por Sara Flounders, 15/Jan Governo dos EUA rouba activos cubanos , por MRE de Cuba, 15/Jan Carta aberta ao Sr. Álvaro Uribe Velez, Presidente da Colômbia , por personalidades signatárias, 15/Jan A 3ª versão do PEC vai agravar ainda mais as desigualdades em Portugal , por Eugénio Rosa, 14/Jan O uso perverso da linguagem , por Vicente Romano, 12/Jan Bufão aos 60 anos , por CECAC, 11/Jan Os Estados Unidos estão insolventes , por Chris Martenson, 10/Jan O impacto do pico petrolífero sobre a segurança alimentar , por Caroline Lucas e outros, 09/Jan Legalizar o consumo da droga: única alternativa séria para eliminar o narcotráfico , por FARC-EP, 08/Jan Drogas ilícitas e globalização , por Maria Lúcia Karam, 08/Jan Os medicamentos vendidos de Fevereiro a Abril de 2007 irão custar mais € 7,7 milhões aos portugueses , por Eugénio Rosa, 07/Jan Vinte centimos , por Alberto Cruz, 05/Jan A construção do império económico: A centralidade da corrupção , por James Petras, 04/Jan A estratégia mediática estadunidense 1945-2005 , por René Naba, 03/Jan Fundos comunitários: €4.602 milhões não foram utilizados até ao fim de 2005; mais de €603 milhões não foram pagos às empresas , por Eugénio Rosa, 02/Jan Saudações de ano novo , por FARC-EP, 31/Dez Não chorem por Saddam , por Asad AbuKhalil, 30/Dez A tentativa pífia do imperialismo americano de imitar a História de Roma , por Jorge Almeida, 29/Dez Maquiavel em todo o seu esplendor , por Gonçalo Tilman Gusmão, 28/Dez O lado escuro da medicina nanotecnológica , por Silvia Ribeiro, 27/Dez A encruzilhada boliviana , por Guillermo Almeyra, 26/Dez Estes natais sinistros , por Gabriel García Márquez, 25/Dez Os espanhóis e os portugueses , por Friedrich List, 25/Dez O CSNU em breve lamentará a sua decisão , por Mahmoud Ahmadinejad, 24/Dez Bush desenvolve armas ilegais de guerra biológica para uso ofensivo , por Sherwood Ross, 22/Dez Biocombustíveis: Biodevastação, fome & falsos créditos de carbono , por Mae-Wan Ho, 21/Dez As vacas leiteiras das dívidas pessoais: A indústria do cartão de crédito e o capitalismo predatório , por Charles Sullivan, 20/Dez Imperialismo nu: A busca norte-americana da hegemonia global , por John Bellamy Foster, 19/Dez Dois pesos e duas medidas na Lei do OE2007: Tira a trabalhadores e pensionistas, mas mantém e até cria novos benefícios fiscais para uma minoria já privilegiada , por Eugénio Rosa, 18/Dez Colômbia: Uma aliança para salvar o país , por Iván Marquez, 18/Dez A queda da União Soviética , por Fidel Castro, 15/Dez Venezuela: Avança a ideia do partido revolucionário único , por Prensa Latina, 14/Dez A formação da mentalidade submissa , por Vicente Romano, 13/Dez Chips espiões , por Silvia Ribeiro, 12/Dez Pico petrolífero: as quatro etapas da transição , por Ali Morteza Samsam Bakhtiari, 11/Dez Estabelecendo os limites do jornalismo de invasão , por John Pilger, 08/Dez México: Rumo a um estado de excepção? , por Carlos Fazio, 07/Dez Socialismo ou neo-desenvolvimentismo , por Claudio Katz, 06/Dez Estado espanhol: Manifesto pela III República , por organizações várias, 05/Dez Líbano: Os EUA sustentam Saniura contra a cólera popular , por Marie Nassif-Debs, 05/Dez O segundo governo Lula e a desertificação social-liberal no Brasil , por Ricardo Antunes, 05/Dez O capital monopolista-financeiro , por John Bellamy Foster, 04/Dez O preço da electricidade em Portugal e na UE, os lucros da EDP e a ignorância do ministro da Economia , por Eugénio Rosa, 04/Dez Os "entraves" para o desenvolvimento, segundo o presidente Lula , por Comissão Pastoral da Terra, 02/Dez Baker para Bush: O jogo acabou , por Robert Dreyfuss, 01/Dez Biocombustíveis e transgénicos , por Silvia Ribeiro, 01/Dez Guerra contra o terrorismo ou guerra contra as liberdades? , por Jean Claude Paye, 30/Nov Debatendo guerra e paz atrás de portas fechadas: Conferência de Segurança da NATO em Riga , por Michel Chossudovsky, 29/Nov Carta aberta ao povo e ao governo dos EUA (e resposta às FARC) , por James Petras, 28/Nov A UE quer destruir a viticultura europeia , por Raoul Marc Jennard, 27/Nov Contribuições (para entender o que se passa no México) , por Carlos Fazio, 27/Nov O desemprego corrigido continua a aumentar com o governo do PS , por Eugénio Rosa, 26/Nov O significado do trabalho: Uma perspectiva marxista , por Harry Magdoff, 24/Nov O sistema do dólar e a realidade económica dos EUA no pós guerra , por F. William Engdahl, 23/Nov A queda das três torres do World Trade Center , por Arno Mansouri, 22/Nov Um conto de quatro previsões – Hubbert, Deffeyes, Yergin & Jackson , por Jeffrey J. Brown, 21/Nov México: A "Outra campanha" , por Pável Blanco Cabrera, 20/Nov Em 2006 o abandono escolar aumentou em Portugal , por Eugénio Rosa, 20/Nov Morreu o inimigo de nove décimos da humanidade , por Stephen Gowans, 20/Nov A paranóia do dióxido de carbono , por Rui G. Moura, 20/Nov A história secreta da moeda norte-americana: o duplo padrão quanto às regras internacionais , por Ha-Joon Chang, 19/Nov O caminho para além do petróleo: doze teses , por Peter Goodchild, 19/Nov Euro, cinco anos depois: "Confirmam-se as consequências da perda de soberania monetária" , por Jerónimo de Sousa, 18/Nov Preparar-se-ão novas violências com a "iniciativa do Fitr"? , por Marie Nassif-Debs, 17/Nov Patriot Act: Universidades do Canadá procuram esconder o seu trabalho da espionagem americana , por Caroline Alphonso, 16/Nov Porque Bush quer confrontar a Coreia do Norte , por Gregory Elich, 15/Nov Ofensiva do Pentágono sobre a Internet , por Rosa Miriam Elizalde, 14/Nov "A necessidade da superação revolucionária do capitalismo não desapareceu" , por Jerónimo de Sousa, 13/Nov Saddam: Vamos agora acusar os cúmplices , por John Pilger, 13/Nov Um orçamento que não garante o crescimento económico e sem preocupações sociais , por Eugénio Rosa, 13/Nov Mais de 1000 soldados dos EUA assinam petição , por John Catalinotto, 12/Nov Oaxaca contra-insurgente , por Carlos Fazio, 11/Nov Carta aberta ao povo dos Estados Unidos , por FARC-EP, 10/Nov O dinheiro como um relacionamento social no capitalismo , por Michael Heinrich, 09/Nov O extermínio das empresas brasileiras , por Adriano Benayon, 08/Nov A doutrina Blair: sangue e dinheiro , por John Pilger, 07/Nov A explosão da dívida e a especulação , por Fred Magdoff, 06/Nov Privatização e crise energética , por La Jornada, 05/Nov Sobre as brutalidades em Oaxaca , por Noam Chomsky, John Berger, Arundhati Roy, Antonio Negri, Naomi Klein, Howard Zinn, Eduardo Galeano, Alice Walker, Michael Moore, Tariq Ali, Mike Davis, John Pilger, Michael Hardt, Alessandra Moctezuma, Anthony Arnove, Bernadine Dohrn, Camilo Mejía, Roxanne Dunbar Ortiz, Daniel Berger, Danny Glover, David Graeber, Eve Ensler, Francis Fox Piven, Gloria Steinem, Gustavo Esteva, Jeremy Scahill, Mira Nair, Oscar Olivera, Roisin Davis, Starhawk e Wallace Shawn, 03/Nov A febre de Uribe , por Iván Márquez, 03/Nov A NOVA LEI DE BASES DA SEGURANÇA SOCIAL: o governo aceitou as exigências do PSD que Sócrates e Vieira da Silva tanto criticaram , por Eugénio Rosa, 02/Nov Nov/2006: Princípio da fase de impacto da crise sistémica global , por LEAP, 01/Nov México: As mãos sangrentas de Fox , por La Jornada, 31/Out O OE2007: Um orçamento de confronto com os trabalhadores e que vai determinar a degradação da Administração Pública e dos serviços essenciais que esta presta à população , por Eugénio Rosa, 30/Out Expor o coração apodrecido do império , por John Pilger, 30/Out Taser, a arma "não letal" que mata pessoas , por RAIDH, 27/Out O Pentágono precipita os europeus no caos afegão , por Thierry Meyssan, 26/Out Por uma doutrina militar e de defesa nacional bolivariana , por Jaime Cienfuegos, 25/Out Eleições no Brasil. Por que Lula? , por Marco Antônio Villela dos Santos, 25/Out Contra uma Internet imperial , por Bill Moyers e Scott Fogdall, 24/Out Ferimentos misteriosos indicam a utilização de uma nova arma por Israel , por Rory McCarthy, 23/Out Venezuela e China – Rumo a um mundo multipolar , por Michael Locker e Dave Hancock, 23/Out Coreia rejeita "resolução" do Conselho de Segurança da ONU , por RDPC, 22/Out Brasil: Que voto? , por Correio da Cidadania, 21/Out Na máquina do tempo , por Octavio Rodríguez Araujo, 21/Out O colapso da aventura no Iraque e o balanço dos crimes contra a humanidade , por Durval de Noronha Goyos, 20/Out "Agora voto em Lula" , por Francisco de Oliveira, 20/Out A Inquisição de Évora , por António Borges Coelho, 19/Out Guerra biológica? — Vacina contra o antrax para os soldados no Iraque, Afeganistão e Coreia do Sul , por Medical News Today, 19/Out Demasiado ocupados a manipularem a sua dignidade , por John Pilger, 18/Out O massacre dos iraquianos , por Eduardo Maia Costa, 18/Out A libertação total da Palestina e o retorno de todos os refugiados são um direito inalienável e imprescritível , por Georges Adda, 17/Out A Coreia do Norte e o duplo critério , por La Jornada, 16/Out A política salarial do governo PS para a Administração Pública só poderá determinar a sua degradação , por Eugénio Rosa, 16/Out
Artigos anteriores publicados por resistir.info:
Em 2002 e 2003
Em 2004
Em 2005
Em 2006 (até 15/Outubro)
L i n k s Outros sítios web a visitar Acerca do 11 de Setembro (compilação de links feita pelo Prof. Michel Chossudovsky)
quinta-feira, julho 19, 2007
CARLOS PINTO E JOAQUIM MATIAS CONDENADOS
COM QUE ENTÃO SÃO SÓ AMENDOINS!
ESTE É OUTRO PROCESSO.
ESTE É DO TRIBUNAL DE CONTAS, POR RECLASSIFICAÇÕES/PROMOÇÕES
E CONTRATAÇÕES EM REGIME DE AVENÇA ILEGAIS.
NEM COM O DOSSIER DO PRIMEIRO SE SAFA. SE O TEM QUE O LEVE AO MINISTÉRIO PÚBLICO. "QUEM NÃO DEVE NÃO TEME" NEM ESCONDE DOSSIÊS, PARA QUÊ ?
AGORA JÁ SE ENTENDE PORQUE RAZÃO O MATIAS FOI "RECLASSIFICADO" PARA VEREADOR SEM PELOUROS E O MOTIVO PORQUE O PINTO ANDA TÃO NERVOSO E APAVORADO AO PONTO DE METER A "CÔCA" DO DOSSIER.
QUE NOS IRÁ RESERVAR O FUTURO?
O OUTRO PROCESSO DA IGAT ESTÁ EM MOVIMENTO.
ESPERAMOS RESPOSTAS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA COVILHÃ.
ESPERAMOS,TAMBÉM, QUE A IGAT CONCLUA A OUTRA PARTE DO PROCESSO, AQUELA ONDE EXISTEM ASPECTOS DE RELEVÂNCIA CRIMINAL, E QUE,POR AQUELE MOTIVO, AINDA NÃO FOI DIVULGADA, DE ACORDO COM O PARECER FINAL DA IGAT.
JULGAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DA COVILHÃ
Acórdão nº 2/2007 - 3ª SecçãoSentença recorrida
Sentença 3/2007 - 3ª Secção1ª Instância
Relatório de Auditoria nº 1/2004 - 1 ª Secção
2007-07-19
ESTE É OUTRO PROCESSO.
ESTE É DO TRIBUNAL DE CONTAS, POR RECLASSIFICAÇÕES/PROMOÇÕES
E CONTRATAÇÕES EM REGIME DE AVENÇA ILEGAIS.
NEM COM O DOSSIER DO PRIMEIRO SE SAFA. SE O TEM QUE O LEVE AO MINISTÉRIO PÚBLICO. "QUEM NÃO DEVE NÃO TEME" NEM ESCONDE DOSSIÊS, PARA QUÊ ?
AGORA JÁ SE ENTENDE PORQUE RAZÃO O MATIAS FOI "RECLASSIFICADO" PARA VEREADOR SEM PELOUROS E O MOTIVO PORQUE O PINTO ANDA TÃO NERVOSO E APAVORADO AO PONTO DE METER A "CÔCA" DO DOSSIER.
QUE NOS IRÁ RESERVAR O FUTURO?
O OUTRO PROCESSO DA IGAT ESTÁ EM MOVIMENTO.
ESPERAMOS RESPOSTAS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA COVILHÃ.
ESPERAMOS,TAMBÉM, QUE A IGAT CONCLUA A OUTRA PARTE DO PROCESSO, AQUELA ONDE EXISTEM ASPECTOS DE RELEVÂNCIA CRIMINAL, E QUE,POR AQUELE MOTIVO, AINDA NÃO FOI DIVULGADA, DE ACORDO COM O PARECER FINAL DA IGAT.
JULGAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DA COVILHÃ
Acórdão nº 2/2007 - 3ª SecçãoSentença recorrida
Sentença 3/2007 - 3ª Secção1ª Instância
Relatório de Auditoria nº 1/2004 - 1 ª Secção
2007-07-19
segunda-feira, julho 16, 2007
AINDA AS ELEIÇÕES EM LISBOA
FOI A ESQUERDA QUE GANHOU EM LISBOA?
Baptista- -Bastos
jornalista
A direita não sofreu uma derrota calamitosa, como afirmaram alguns preopinantes, tendo em conta que Carmona e Negrão obtiveram resultados surpreendentes. O facto, sendo um princípio de perplexidade, não deixa de fornecer o retrato inquietante do grau de exigência do eleitorado. E falhou, também, neste resultado, o princípio segundo o qual não se repete aquilo que não existe. E a vitória do PS parece-me representar o desespero de causa de um eleitorado que já nada sabe o que fazer, a não ser tentar atenuar o seu calvário. O fenómeno Helena Roseta corresponde a outra procura. De quê? De qualquer perspectiva num teatro de sombras, que somente singulariza uma pequena revolta, simpática, sem dúvida, porém equívoca. O "sistema" manteve-se, intacto, tal como o pretendem os partidos, os interesses, os territórios de domínio. Manteve-se e funcionou na banalidade imperturbável, com as suas pequeninas religiões, as suas liturgias, as suas intermináveis transições de um lado para o mesmo lado. Evidentemente, António Costa irá mexer em alguma coisa, mas tudo desemboca em múltiplas incertezas, uma das quais incide sobre os entendimentos pós-eleitorais. Nada de sobressaltos infundados. Nada de expectativas muito amplas. Costa foi o número dois num Governo que tem praticado malfeitorias inomináveis. Não acredito neste PS, porque não interpreta os valores da Esquerda: deixou de possuir imperativos morais, convicções, decência e projectos alternativos. Eis porque não foi a Esquerda que ganhou a Câmara.
TEIXOSO EMPOLGADO COM A VITÓRIA
Baptista- -Bastos
jornalista
A direita não sofreu uma derrota calamitosa, como afirmaram alguns preopinantes, tendo em conta que Carmona e Negrão obtiveram resultados surpreendentes. O facto, sendo um princípio de perplexidade, não deixa de fornecer o retrato inquietante do grau de exigência do eleitorado. E falhou, também, neste resultado, o princípio segundo o qual não se repete aquilo que não existe. E a vitória do PS parece-me representar o desespero de causa de um eleitorado que já nada sabe o que fazer, a não ser tentar atenuar o seu calvário. O fenómeno Helena Roseta corresponde a outra procura. De quê? De qualquer perspectiva num teatro de sombras, que somente singulariza uma pequena revolta, simpática, sem dúvida, porém equívoca. O "sistema" manteve-se, intacto, tal como o pretendem os partidos, os interesses, os territórios de domínio. Manteve-se e funcionou na banalidade imperturbável, com as suas pequeninas religiões, as suas liturgias, as suas intermináveis transições de um lado para o mesmo lado. Evidentemente, António Costa irá mexer em alguma coisa, mas tudo desemboca em múltiplas incertezas, uma das quais incide sobre os entendimentos pós-eleitorais. Nada de sobressaltos infundados. Nada de expectativas muito amplas. Costa foi o número dois num Governo que tem praticado malfeitorias inomináveis. Não acredito neste PS, porque não interpreta os valores da Esquerda: deixou de possuir imperativos morais, convicções, decência e projectos alternativos. Eis porque não foi a Esquerda que ganhou a Câmara.
TEIXOSO EMPOLGADO COM A VITÓRIA
terça-feira, junho 26, 2007
Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, o verdadeiro democrata!
Num artigo por mim assinado, publicado no JF em 14.06.2007, que tinha por base a inspecção feita pela IGAT à CM Covilhã e posições públicas do seu presidente, os negócios ruinosos para a cidade e para os cofres do município e onde se exigia publicamente a clarificação quanto às conclusões do relatório da IGAT, comunicadas ao Ministério Público e ao Tribunal Administrativo e Fiscal, o que responde o presidente da CM da Covilhã?
À pergunta “os factos comunicados pela IGAT têm fundamento ou não?”
Não responde, mostra-se muito ofendido, baralha e tenta desviar a atenção da opinião pública. Dispara para todos os lados, como aliás já tinha acontecido na Assembleia Municipal de 15.06.2007, incluindo a crítica ao Jornal do Fundão, porque publicou (veja-se o escândalo) uma opinião contrária, uma visão diferente do senhor presidente.
À pergunta “será que o presidente da Câmara Municipal agiu em conformidade ou abusou do poder?”
O presidente da CM da Covilhã, num texto rancoroso e de baixo nível, passa da posição pública institucional, para o âmbito pessoal, personalizado, persecutório e ameaçador.
À pergunta”Será que se encontra numa situação de perca de mandato?”
A ser NÃO a resposta, porque haveria o presidente da Câmara da Covilhã ter esta atitude lamentável para o titular de um cargo público que só se entende pelo seu desespero e desnorte?
À pergunta “Será ou não arguido no processo?”
O presidente da CM da Covilhã colocou a estrutura camarária a trabalhar para ele, utilizou documentos e manipulou o seu conteúdo desinserindo-os do contexto e até escreve uma frase inexistente. Procura assim, provar incoerências e passa para o insulto profissional.
Dos documentos referidos (um requerimento e uma declaração) deduz o inexistente no seu conteúdo, afirma aquilo que neles não consta, talvez na esperança de que o seu autor não tivesse cópia dos mesmos.
Assim, e porque aguardo outras informações da IGAT, não quero contribuir com mais matéria para além da que já escrevi.
Contudo, para o esclarecimento daqueles que ficaram convencidos e aceitaram como verdadeiras as afirmações do presidente, junto se envia cópia dos documentos porque os mesmos são claros e correspondem a meros actos de um cidadão que requer a aprovação de um projecto de habitação (deferida pelo presidente) e de um eleito responsável que exerceu um cargo autárquico, declarando o que efectivamente se passou na execução de uma obra pública em 1995/96, na freguesia do Paul. É do conteúdo destes documentos que, de forma ridícula (na minha opinião), se pretende participar ao Ministério Público.
O que teme o senhor presidente da Câmara Municipal da Covilhã?
Assina
O deputado municipal, Vitor Manuel Reis Silva, que aceita as regras da democracia, ganha e perde eleições, assume o lugar, desempenha as funções para que foi eleito, participa na procura de soluções e na resolução de problemas da sua Freguesia e do seu Concelho.

À pergunta “os factos comunicados pela IGAT têm fundamento ou não?”
Não responde, mostra-se muito ofendido, baralha e tenta desviar a atenção da opinião pública. Dispara para todos os lados, como aliás já tinha acontecido na Assembleia Municipal de 15.06.2007, incluindo a crítica ao Jornal do Fundão, porque publicou (veja-se o escândalo) uma opinião contrária, uma visão diferente do senhor presidente.
À pergunta “será que o presidente da Câmara Municipal agiu em conformidade ou abusou do poder?”
O presidente da CM da Covilhã, num texto rancoroso e de baixo nível, passa da posição pública institucional, para o âmbito pessoal, personalizado, persecutório e ameaçador.
À pergunta”Será que se encontra numa situação de perca de mandato?”
A ser NÃO a resposta, porque haveria o presidente da Câmara da Covilhã ter esta atitude lamentável para o titular de um cargo público que só se entende pelo seu desespero e desnorte?
À pergunta “Será ou não arguido no processo?”
O presidente da CM da Covilhã colocou a estrutura camarária a trabalhar para ele, utilizou documentos e manipulou o seu conteúdo desinserindo-os do contexto e até escreve uma frase inexistente. Procura assim, provar incoerências e passa para o insulto profissional.
Dos documentos referidos (um requerimento e uma declaração) deduz o inexistente no seu conteúdo, afirma aquilo que neles não consta, talvez na esperança de que o seu autor não tivesse cópia dos mesmos.
Assim, e porque aguardo outras informações da IGAT, não quero contribuir com mais matéria para além da que já escrevi.
Contudo, para o esclarecimento daqueles que ficaram convencidos e aceitaram como verdadeiras as afirmações do presidente, junto se envia cópia dos documentos porque os mesmos são claros e correspondem a meros actos de um cidadão que requer a aprovação de um projecto de habitação (deferida pelo presidente) e de um eleito responsável que exerceu um cargo autárquico, declarando o que efectivamente se passou na execução de uma obra pública em 1995/96, na freguesia do Paul. É do conteúdo destes documentos que, de forma ridícula (na minha opinião), se pretende participar ao Ministério Público.
O que teme o senhor presidente da Câmara Municipal da Covilhã?
Assina
O deputado municipal, Vitor Manuel Reis Silva, que aceita as regras da democracia, ganha e perde eleições, assume o lugar, desempenha as funções para que foi eleito, participa na procura de soluções e na resolução de problemas da sua Freguesia e do seu Concelho.

sábado, junho 16, 2007
Plano de Urbanização da Grande Covilhã - Intervenção na Assembleia Municipal de 15 de Junho
É lamentável que a maioria PSD na Assembleia Municipal tenha aprovado o Plano em claro desrespeito pela Legislação. É o Estado de Direito que é colocado em causa. É o Estado Democrático que é desrespeitado. E o Decreto - Lei, agora violado, até foi aprovado por um governo de maioria PSD. Contradições.
Para conhecimento e memória futura aqui fica a intervenção e posição do PCP/CDU sobre o Plano por eles aprovado.
Proposta de
Plano de Urbanização da Grande Covilhã
Exm.o Senhor Presidente
Exm.os Senhores Deputados
A Câmara envia a esta Assembleia, para efeitos de aprovação e de reconhecimento de interesse público, uma proposta de Plano de Urbanização da Grande Covilhã.
Após leitura da informação do Departamento Municipal de Planeamento e Urbanismo e do Documento Estratégico de apoio à decisão fiquei com a ideia de que o que se pretende é a oferta de solo urbanizado, que responda à procura do mercado, reduzindo-se o valor do solo para preços acessíveis e não inflacionados.
Pretende-se logo vender a ideia que estamos carenciados de habitações e que vamos ter habitação mais barata.
O que não me parece que seja a realidade existente.
Basta ver o esforço de promoção e a quantidade de placas existentes em prédios e urbanizações a informar que se vende.
Uma segunda vertente da consulta dos documentos fez germinar em mim a dúvida quanto à veracidade das afirmações de que o Plano de Urbanização se encontra com oito anos de atraso por culpa, pois claro, das várias entidades da administração central.
Através da consulta mais atenta dos documentos verifiquei que a proposta de Regulamento tem a data de Janeiro de 2007 e que as peças desenhadas têm, também, a mesma data.
Falar num atraso de sete, oito anos leva-nos a memória a 1999, ano da ratificação do PDM pela Resolução do Conselho de Ministros nº 124/99, de 23 de Outubro (data referida no artigo 4º do Regulamento) e a 2000, ano de aprovação do Plano Estratégico da Área Territorial da Grande Covilhã (data referida no Documento estratégico de apoio à decisão).
Quem é que afinal se atrasou e emperrou o Plano de Urbanização da Grande Covilhã, que nos é apresentado com a data de Janeiro de 2007?
A Câmara Municipal? A CPU? O Ordenamento do Território?
A resposta é simples, e até prova em contrário, é minha convicção, que foi a Câmara que se atrasou, montando um cenário penalizador de terceiros.
Atrasou-se na elaboração e apresentação da proposta de Plano de Urbanização como se tem atrasado na revisão do Plano Director Municipal, que já tem 9 anos, e sobre o qual já todos afirmámos que era, e é, um mau documento.
Mas, o que nos pede a Câmara Municipal?
A aprovação do Plano?
Ou o mero reconhecimento do interesse público municipal da proposta de Plano de Urbanização?
Se esta proposta de Plano, com data de Janeiro de 2007, é para ser aprovada carece de diversos procedimentos prévios, definidos no Decreto – Lei nº 380/99, de 22 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto –Lei nº 53/2000, de 7 de Abril e Decreto – Lei nº 310/2003, de 10 de Dezembro, nomeadamente:
- Deliberação a publicar em Diário da República e divulgação na comunicação social com o estabelecimento dos respectivos prazos de elaboração (nº1, artº 74);
- O plano é elaborado com o acompanhamento da comissão de coordenação e desenvolvimento regional (nº7, artº 75);
- As diferentes entidades dispõem de 44 dias para se pronunciarem;
- As propostas de Plano de Urbanização, acompanhadas do parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional, são submetidas à apreciação das entidades públicas que devam pronunciar-se e aos representantes dos interesses económicos, sociais, culturais e ambientais a salvaguardar (nº5, do artº76);
- Durante a elaboração do Plano a Câmara deve facultar a todos os interessados os elementos solicitados, e divulgar a elaboração do Plano para permitir, num prazo nunca inferior a 30 dias, a formulação de sugestões, informações, etc (nº 1 e nº 2, do artº 77);
- Concluído o período de acompanhamento a Câmara Municipal procede à abertura de um período de discussão pública, através de aviso a publicar em Diário da República e a divulgar pela comunicação social, nunca inferior a 22 dias (nº 4 e 5, do artº 77);
- São obrigatoriamente públicas as reuniões da Câmara Municipal e Assembleia Municipal que digam respeito á elaboração e aprovação do Plano de Urbanização (nº11, do artº 77);
- Concluída a versão final, a proposta de plano é objecto de parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional (artº 78)
Só após estes procedimentos é que a Câmara poderá aprovar o Plano e remetê-lo para a Assembleia Municipal.
Este Plano carece, hoje, como é evidente, dos procedimentos atrás referidos, pelo que nunca poderia ser colocado à aprovação por este órgão.
Contudo, se a Câmara Municipal pretende tão só, o reconhecimento do interesse público municipal da proposta, para desencadear todos os procedimentos atrás referidos, os eleitos do PCP afirmam, desde já, que reconhecendo a necessidade do Plano, o processo já está inquinado, porque:
- Não houve qualquer processo de acompanhamento na fase de elaboração;
-Não existe qualquer parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional;
-A reunião da Câmara Municipal que aprovou o Plano foi privada e não pública como refere a Legislação;
Quanto ao Plano reconhece-se, como é óbvio, a sua necessidade, com algumas reservas, dúvidas e preocupações relativas à proposta apresentada:
- Reservas no que toca a espaços não incluídos no Plano (Teixoso –Vila de Carvalho) e Boidobra mantendo-se alguma ambiguidade e indefinição nesses e em outros espaços;
- Com dúvidas quanto à oportunidade, neste momento, da urbanização do aérodromo sem qualquer alternativa visível e exequível no prazo de 10 anos;
- Dúvidas face a áreas de expansão urbanas algo exageradas para um horizonte de revisão de 10 anos;
- Dúvidas quanto ao cálculo de áreas de estacionamento pouco claras;
- Com reservas quanto à localização de alguns equipamentos (cemitério e piscinas/praia);
- Preocupados com o desaparecimento das Piscinas Cobertas e Aquecidas;
- Preocupados com a ausência de propostas de espaços lúdicos, desportivos e de lazer quer nas áreas de maior densidade urbana quer nas de média e baixa densidade;
- Preocupados com a ausência de indicação de instalações e de equipamentos educativos para o Pré – Escolar e para o 1º Ciclo, conhecendo-se as carências existentes;
E tendo dúvidas quanto a outros aspectos do Plano que carecem de maior aprofundamento, iremos, com certeza, nas diferentes fases da sua aprovação, atrás referidas, participar e colaborar, questionando e dando sugestões.
Estamos, desde já, preocupados, nesta fase. A Câmara Municipal parece querer queimar etapas/períodos legais e obrigatórios esquecendo a importância da participação de todos os agentes e população na fase de elaboração.
Face ao exposto e discordando de opções constantes na proposta de Plano, não reconhecemos o interesse público municipal da mesma.
Os eleitos da CDU
Para conhecimento e memória futura aqui fica a intervenção e posição do PCP/CDU sobre o Plano por eles aprovado.
Proposta de
Plano de Urbanização da Grande Covilhã
Exm.o Senhor Presidente
Exm.os Senhores Deputados
A Câmara envia a esta Assembleia, para efeitos de aprovação e de reconhecimento de interesse público, uma proposta de Plano de Urbanização da Grande Covilhã.
Após leitura da informação do Departamento Municipal de Planeamento e Urbanismo e do Documento Estratégico de apoio à decisão fiquei com a ideia de que o que se pretende é a oferta de solo urbanizado, que responda à procura do mercado, reduzindo-se o valor do solo para preços acessíveis e não inflacionados.
Pretende-se logo vender a ideia que estamos carenciados de habitações e que vamos ter habitação mais barata.
O que não me parece que seja a realidade existente.
Basta ver o esforço de promoção e a quantidade de placas existentes em prédios e urbanizações a informar que se vende.
Uma segunda vertente da consulta dos documentos fez germinar em mim a dúvida quanto à veracidade das afirmações de que o Plano de Urbanização se encontra com oito anos de atraso por culpa, pois claro, das várias entidades da administração central.
Através da consulta mais atenta dos documentos verifiquei que a proposta de Regulamento tem a data de Janeiro de 2007 e que as peças desenhadas têm, também, a mesma data.
Falar num atraso de sete, oito anos leva-nos a memória a 1999, ano da ratificação do PDM pela Resolução do Conselho de Ministros nº 124/99, de 23 de Outubro (data referida no artigo 4º do Regulamento) e a 2000, ano de aprovação do Plano Estratégico da Área Territorial da Grande Covilhã (data referida no Documento estratégico de apoio à decisão).
Quem é que afinal se atrasou e emperrou o Plano de Urbanização da Grande Covilhã, que nos é apresentado com a data de Janeiro de 2007?
A Câmara Municipal? A CPU? O Ordenamento do Território?
A resposta é simples, e até prova em contrário, é minha convicção, que foi a Câmara que se atrasou, montando um cenário penalizador de terceiros.
Atrasou-se na elaboração e apresentação da proposta de Plano de Urbanização como se tem atrasado na revisão do Plano Director Municipal, que já tem 9 anos, e sobre o qual já todos afirmámos que era, e é, um mau documento.
Mas, o que nos pede a Câmara Municipal?
A aprovação do Plano?
Ou o mero reconhecimento do interesse público municipal da proposta de Plano de Urbanização?
Se esta proposta de Plano, com data de Janeiro de 2007, é para ser aprovada carece de diversos procedimentos prévios, definidos no Decreto – Lei nº 380/99, de 22 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto –Lei nº 53/2000, de 7 de Abril e Decreto – Lei nº 310/2003, de 10 de Dezembro, nomeadamente:
- Deliberação a publicar em Diário da República e divulgação na comunicação social com o estabelecimento dos respectivos prazos de elaboração (nº1, artº 74);
- O plano é elaborado com o acompanhamento da comissão de coordenação e desenvolvimento regional (nº7, artº 75);
- As diferentes entidades dispõem de 44 dias para se pronunciarem;
- As propostas de Plano de Urbanização, acompanhadas do parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional, são submetidas à apreciação das entidades públicas que devam pronunciar-se e aos representantes dos interesses económicos, sociais, culturais e ambientais a salvaguardar (nº5, do artº76);
- Durante a elaboração do Plano a Câmara deve facultar a todos os interessados os elementos solicitados, e divulgar a elaboração do Plano para permitir, num prazo nunca inferior a 30 dias, a formulação de sugestões, informações, etc (nº 1 e nº 2, do artº 77);
- Concluído o período de acompanhamento a Câmara Municipal procede à abertura de um período de discussão pública, através de aviso a publicar em Diário da República e a divulgar pela comunicação social, nunca inferior a 22 dias (nº 4 e 5, do artº 77);
- São obrigatoriamente públicas as reuniões da Câmara Municipal e Assembleia Municipal que digam respeito á elaboração e aprovação do Plano de Urbanização (nº11, do artº 77);
- Concluída a versão final, a proposta de plano é objecto de parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional (artº 78)
Só após estes procedimentos é que a Câmara poderá aprovar o Plano e remetê-lo para a Assembleia Municipal.
Este Plano carece, hoje, como é evidente, dos procedimentos atrás referidos, pelo que nunca poderia ser colocado à aprovação por este órgão.
Contudo, se a Câmara Municipal pretende tão só, o reconhecimento do interesse público municipal da proposta, para desencadear todos os procedimentos atrás referidos, os eleitos do PCP afirmam, desde já, que reconhecendo a necessidade do Plano, o processo já está inquinado, porque:
- Não houve qualquer processo de acompanhamento na fase de elaboração;
-Não existe qualquer parecer da comissão de coordenação e desenvolvimento regional;
-A reunião da Câmara Municipal que aprovou o Plano foi privada e não pública como refere a Legislação;
Quanto ao Plano reconhece-se, como é óbvio, a sua necessidade, com algumas reservas, dúvidas e preocupações relativas à proposta apresentada:
- Reservas no que toca a espaços não incluídos no Plano (Teixoso –Vila de Carvalho) e Boidobra mantendo-se alguma ambiguidade e indefinição nesses e em outros espaços;
- Com dúvidas quanto à oportunidade, neste momento, da urbanização do aérodromo sem qualquer alternativa visível e exequível no prazo de 10 anos;
- Dúvidas face a áreas de expansão urbanas algo exageradas para um horizonte de revisão de 10 anos;
- Dúvidas quanto ao cálculo de áreas de estacionamento pouco claras;
- Com reservas quanto à localização de alguns equipamentos (cemitério e piscinas/praia);
- Preocupados com o desaparecimento das Piscinas Cobertas e Aquecidas;
- Preocupados com a ausência de propostas de espaços lúdicos, desportivos e de lazer quer nas áreas de maior densidade urbana quer nas de média e baixa densidade;
- Preocupados com a ausência de indicação de instalações e de equipamentos educativos para o Pré – Escolar e para o 1º Ciclo, conhecendo-se as carências existentes;
E tendo dúvidas quanto a outros aspectos do Plano que carecem de maior aprofundamento, iremos, com certeza, nas diferentes fases da sua aprovação, atrás referidas, participar e colaborar, questionando e dando sugestões.
Estamos, desde já, preocupados, nesta fase. A Câmara Municipal parece querer queimar etapas/períodos legais e obrigatórios esquecendo a importância da participação de todos os agentes e população na fase de elaboração.
Face ao exposto e discordando de opções constantes na proposta de Plano, não reconhecemos o interesse público municipal da mesma.
Os eleitos da CDU
sexta-feira, junho 15, 2007
NA COVILHÃ, A IGAT, DESTA VEZ,"INGATOU"
NA COVILHÃ
A IGAT , DESTA VEZ, "INGATOU"?
A população do Concelho da Covilhã acordou no dia 23 de Maio com uma notícia da TVI de que a Câmara Municipal da Covilhã está a ser investigada por alegada violação de leis urbanísticas e do ordenamento do território. A notícia, divulgada a nível nacional pela TVI, teve desenvolvimentos na imprensa local, com protestos do Sr. Pinto, Presidente da Câmara Municipal.
Quando o Sr Pinto afirma que as inspecções da Inspecção Geral da Administração do Território (IGAT) são como os amendoins, que iria queixar-se ao Ministério Público acusando a IGAT de divulgar conteúdo de um processo que se encontrava em fase de contraditório, que era uma coisa de duas casas e de um hotelzito, e que não pagava a coima aplicada pela Direcção Regional de Agricultura quanto à história da Quinta do Freixo e mais blá..blá, estava a dizer a verdade?
O Sr Pinto ensandeceu ou perdeu a noção de que é um eleito num país democrático onde prevalecem as normas (concordando ou não com as mesmas), que definem competências, atribuições e procedimentos?
O Sr Pinto pensa que está acima da Lei e que os serviços jurídicos da Câmara Municipal irão tudo justificar, quer os existentes na autarquia quer os avençados a um cartório local por 700 contos/mês (valores de 2000/2001) ?
Ou está a pensar que, se aqueles não derem resposta satisfatória, poderá voltar a socorrer-se dos serviços do distinto Marcelo Rebelo de Sousa a mil e tais contos por um parecer ou dos serviços do distinto Júdice, que não se sabe quanto levou, para tentar justificar ou baralhar o processo do Benfica do Tortosendo?
De facto, perante um serviço (a IGAT) dependente da tutela (Secretaria de Estado da Administração Local) que tem por missão verificar a conformidade dos procedimentos autárquicos com a LEI vigente num Estado de Direito, vem com um discurso de confronto e manipulador da informação prestada à população.
Afirma que não pagou as coimas aplicadas e que já as mandou para o caixote do lixo, gastando dinheiro público em processos judiciais (outro galo cantaria se tivesse que as pagar do seu bolso). Afirma em 24 de Maio de 2007 que o processo está na fase do contraditório quando deu resposta ao mesmo em 8 de Agosto de 2006. Afirma que são duas casitas e uma despesa num hotelzito quando a informação resultante do processo detecta 50 violações do PDM (Plano Director Municipal), só nos últimos 5 anos.
É verdade que ao Sr Presidente da Câmara Municipal não lhe faz grande “mossa” quando a IGAT, em outros processos (vários, enviados por mim e por eleitos do PCP), conclui por responsabilidades pessoais e ilegalidades verificadas e as comunica à Direcção Distrital de Finanças e ao Tribunal Administrativo, e que, estes, por sua vez, por razões que a razão desconhece, as deixam prescrever, só se pode entender pelo estado da Justiça que temos.
Afirmava António Barreto no seu programa da RTP, na passada semana, e cito de memória, que o edifício jurídico é tão complexo que a impunidade vulgariza-se. Lamentavelmente, é verdade.
O facto de ter sido responsável pelas Leis que temos (O Sr Pinto foi deputado, lembram-se?), de ser conhecedor do estado (dis) funcional das estruturas judiciais, sobrecarregada de processos, e de ver exemplos comportamentais não sancionados quer no Continente (Oeiras, Gondomar, Felgueiras, Salvaterra de Magos,e agora Lisboa) quer nas Ilhas (Madeira), dá-lhe a força e a arrogância que revela no seu relacionamento com as Instituições Democráticas, com os eleitos, com as Leis da República e com outras estruturas sociais, desde que não tenham o seu controlo político.
Na última Assembleia Municipal (18 de Maio) quando confrontado com os números do mau negócio que fez com a GPS- Colégio Internacional e com o Sr. Calvete (antigo deputado do PS e, afirmaram os eleitos do PS, actual deputado do PSD) afirmou que, se eu tivesse dúvidas, que apresentasse queixa à IGAT. Ora, o mau negócio (na minha opinião, do PCP e dos restantes eleitos da CDU) para o Concelho, resume-se à doação de um património, de despesas e isenção de licenças que se avaliam em 2.500.000 Euros à empresa responsável pelo Colégio, para se resolver o passivo da EPABI de 400.000 Euros e o seu problema de instalações. É, na minha opinião, a venda da EPABI com prémio (gestão, doação de terrenos, isenção de taxas de licenciamento da construção). É o bolo com a cereja por cima. É uma doação com prejuízo do erário público e do serviço público de educação, que a Câmara Municipal deveria defender e apoiar.
Incapaz de explicar a necessidade de um Colégio Privado na Covilhã, face à população escolar e às estruturas educativas existentes, e as vantagens em termos sócio – económicos para o município, mandou-me para a IGAT.
E afinal a IGAT veio, por outras razões, a ser notícia na semana seguinte. Ironia do destino.
Espero que, desta vez, o Tribunal Judicial da Covilhã, o Ministério Público e o Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco procedam em conformidade investigando e organizando o processo, respeitando os prazos para que não prescrevam os factos comunicados.
A verdade e a clarificação de responsabilidades é um imperativo ético e socialmente necessário. O Ministério Público em funcionamento no Tribunal Judicial da Covilhã e no Tribunal Administrativo tem o dever de dar uma resposta conclusiva, e em tempo útil, à população do Concelho da Covilhã.
Ou seja, os factos comunicados pela IGAT têm fundamento ou não? Será que o Presidente da Câmara Municipal agiu em conformidade ou abusou do poder? Será que se encontra numa situação de perca de mandato? Será ou não arguido no processo?
A população exige respostas E SEM PRESCRIÇÕES.
Paul, 28 de Maio de 2007
A IGAT , DESTA VEZ, "INGATOU"?
A população do Concelho da Covilhã acordou no dia 23 de Maio com uma notícia da TVI de que a Câmara Municipal da Covilhã está a ser investigada por alegada violação de leis urbanísticas e do ordenamento do território. A notícia, divulgada a nível nacional pela TVI, teve desenvolvimentos na imprensa local, com protestos do Sr. Pinto, Presidente da Câmara Municipal.
Quando o Sr Pinto afirma que as inspecções da Inspecção Geral da Administração do Território (IGAT) são como os amendoins, que iria queixar-se ao Ministério Público acusando a IGAT de divulgar conteúdo de um processo que se encontrava em fase de contraditório, que era uma coisa de duas casas e de um hotelzito, e que não pagava a coima aplicada pela Direcção Regional de Agricultura quanto à história da Quinta do Freixo e mais blá..blá, estava a dizer a verdade?
O Sr Pinto ensandeceu ou perdeu a noção de que é um eleito num país democrático onde prevalecem as normas (concordando ou não com as mesmas), que definem competências, atribuições e procedimentos?
O Sr Pinto pensa que está acima da Lei e que os serviços jurídicos da Câmara Municipal irão tudo justificar, quer os existentes na autarquia quer os avençados a um cartório local por 700 contos/mês (valores de 2000/2001) ?
Ou está a pensar que, se aqueles não derem resposta satisfatória, poderá voltar a socorrer-se dos serviços do distinto Marcelo Rebelo de Sousa a mil e tais contos por um parecer ou dos serviços do distinto Júdice, que não se sabe quanto levou, para tentar justificar ou baralhar o processo do Benfica do Tortosendo?
De facto, perante um serviço (a IGAT) dependente da tutela (Secretaria de Estado da Administração Local) que tem por missão verificar a conformidade dos procedimentos autárquicos com a LEI vigente num Estado de Direito, vem com um discurso de confronto e manipulador da informação prestada à população.
Afirma que não pagou as coimas aplicadas e que já as mandou para o caixote do lixo, gastando dinheiro público em processos judiciais (outro galo cantaria se tivesse que as pagar do seu bolso). Afirma em 24 de Maio de 2007 que o processo está na fase do contraditório quando deu resposta ao mesmo em 8 de Agosto de 2006. Afirma que são duas casitas e uma despesa num hotelzito quando a informação resultante do processo detecta 50 violações do PDM (Plano Director Municipal), só nos últimos 5 anos.
É verdade que ao Sr Presidente da Câmara Municipal não lhe faz grande “mossa” quando a IGAT, em outros processos (vários, enviados por mim e por eleitos do PCP), conclui por responsabilidades pessoais e ilegalidades verificadas e as comunica à Direcção Distrital de Finanças e ao Tribunal Administrativo, e que, estes, por sua vez, por razões que a razão desconhece, as deixam prescrever, só se pode entender pelo estado da Justiça que temos.
Afirmava António Barreto no seu programa da RTP, na passada semana, e cito de memória, que o edifício jurídico é tão complexo que a impunidade vulgariza-se. Lamentavelmente, é verdade.
O facto de ter sido responsável pelas Leis que temos (O Sr Pinto foi deputado, lembram-se?), de ser conhecedor do estado (dis) funcional das estruturas judiciais, sobrecarregada de processos, e de ver exemplos comportamentais não sancionados quer no Continente (Oeiras, Gondomar, Felgueiras, Salvaterra de Magos,e agora Lisboa) quer nas Ilhas (Madeira), dá-lhe a força e a arrogância que revela no seu relacionamento com as Instituições Democráticas, com os eleitos, com as Leis da República e com outras estruturas sociais, desde que não tenham o seu controlo político.
Na última Assembleia Municipal (18 de Maio) quando confrontado com os números do mau negócio que fez com a GPS- Colégio Internacional e com o Sr. Calvete (antigo deputado do PS e, afirmaram os eleitos do PS, actual deputado do PSD) afirmou que, se eu tivesse dúvidas, que apresentasse queixa à IGAT. Ora, o mau negócio (na minha opinião, do PCP e dos restantes eleitos da CDU) para o Concelho, resume-se à doação de um património, de despesas e isenção de licenças que se avaliam em 2.500.000 Euros à empresa responsável pelo Colégio, para se resolver o passivo da EPABI de 400.000 Euros e o seu problema de instalações. É, na minha opinião, a venda da EPABI com prémio (gestão, doação de terrenos, isenção de taxas de licenciamento da construção). É o bolo com a cereja por cima. É uma doação com prejuízo do erário público e do serviço público de educação, que a Câmara Municipal deveria defender e apoiar.
Incapaz de explicar a necessidade de um Colégio Privado na Covilhã, face à população escolar e às estruturas educativas existentes, e as vantagens em termos sócio – económicos para o município, mandou-me para a IGAT.
E afinal a IGAT veio, por outras razões, a ser notícia na semana seguinte. Ironia do destino.
Espero que, desta vez, o Tribunal Judicial da Covilhã, o Ministério Público e o Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco procedam em conformidade investigando e organizando o processo, respeitando os prazos para que não prescrevam os factos comunicados.
A verdade e a clarificação de responsabilidades é um imperativo ético e socialmente necessário. O Ministério Público em funcionamento no Tribunal Judicial da Covilhã e no Tribunal Administrativo tem o dever de dar uma resposta conclusiva, e em tempo útil, à população do Concelho da Covilhã.
Ou seja, os factos comunicados pela IGAT têm fundamento ou não? Será que o Presidente da Câmara Municipal agiu em conformidade ou abusou do poder? Será que se encontra numa situação de perca de mandato? Será ou não arguido no processo?
A população exige respostas E SEM PRESCRIÇÕES.
Paul, 28 de Maio de 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
ENCONTRO DO PCP SOBRE A SERRA DA ESTRELA
PCP quer Autoridade para a Serra da EstrelaPara «gerir» a região «numa lógica supra-municipal»
As estruturas distritais do PCP da Guarda e de Castelo Branco defenderam hoje a criação de uma Autoridade para a Serra da Estrela, com o objectivo de "gerir" a região "numa lógica supra-municipal". A ideia foi defendida numa conferência de imprensa de apresentação dos objectivos do encontro regional que no próximo sábado, dia 16, será realizado em Manteigas, com o objectivo de encontrar "um novo rumo para a Serra da Estrela". Segundo Carlos Gonçalves, dirigente do Comité Central do PCP e responsável pela Direcção da Organização Regional de Castelo Branco, actualmente "a maioria das entidades regionais revela inércia e ineficácia quanto à estratégia de desenvolvimento" da região serrana.
12-06-2007
ASR
Lusa
As estruturas distritais do PCP da Guarda e de Castelo Branco defenderam hoje a criação de uma Autoridade para a Serra da Estrela, com o objectivo de "gerir" a região "numa lógica supra-municipal". A ideia foi defendida numa conferência de imprensa de apresentação dos objectivos do encontro regional que no próximo sábado, dia 16, será realizado em Manteigas, com o objectivo de encontrar "um novo rumo para a Serra da Estrela". Segundo Carlos Gonçalves, dirigente do Comité Central do PCP e responsável pela Direcção da Organização Regional de Castelo Branco, actualmente "a maioria das entidades regionais revela inércia e ineficácia quanto à estratégia de desenvolvimento" da região serrana.
12-06-2007
ASR
Lusa
domingo, junho 10, 2007
EVOCAÇÃO DE JOSÉ MARMELO E SILVA
Decorreu no passado sábado, dia 9 de junho, a evocação a José Marmelo e Silva, no auditório da EB do 2º e 3º Ciclos do Paul. Foi uma sessão concorrida, com sala cheia, por familiares, amigos e convidados. Gostei, em especial, da intervenção do Prof. Doutor Arnaldo Saraiva e do Grupo das Adufeiras da Casa do Povo do Paul.
Para quem já leu a obra completa do autor sabe que o Paul fica para sempre imortalizado na literatura portuguesa. Não podemos separar o escritor da sua obra e da terra onde nasceu. Não podemos separar o escritor da sociedade, do contexto e da época que viveu.
O Paul fica mais rico e mais valorizado quando dá valor ao que tem e às pessoas que aqui nasceram e que, numa ou em outra área, se destacaram produzindo algo de novo para o país e para o mundo.
Temos que continuar a aprofundar o nosso conhecimento sobre o homem e a sua obra tendo consciência e a certeza que estamos a valorizar a nossa terra.
Para quem já leu a obra completa do autor sabe que o Paul fica para sempre imortalizado na literatura portuguesa. Não podemos separar o escritor da sua obra e da terra onde nasceu. Não podemos separar o escritor da sociedade, do contexto e da época que viveu.
O Paul fica mais rico e mais valorizado quando dá valor ao que tem e às pessoas que aqui nasceram e que, numa ou em outra área, se destacaram produzindo algo de novo para o país e para o mundo.
Temos que continuar a aprofundar o nosso conhecimento sobre o homem e a sua obra tendo consciência e a certeza que estamos a valorizar a nossa terra.
quinta-feira, maio 31, 2007
Educação e a asinistraministra
GREVE GERAL. 30 DE MAIO

GREVE GERAL: IMPACTO NACIONAL E CONTRIBUTO PARA A MUDANÇA
A CGTP-IN saúda os trabalhadores portugueses, particularmente aqueles que, com muita coragem, determinação e sacrifícios pessoais, para si e para as suas famílias, exerceram o inalienável direito à greve, mesmo quando confrontados com a proibição de plenários de trabalhadores, recolha ilegal de dados pessoais, ameaças de processos disciplinares ou com o recurso à GNR para dificultar o exercício dos piquetes.
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quarta-feira, maio 30, 2007
A Greve Geral - 30 de Maio
Milhares e milhares de trabalhadores, com a sua participação na Greve Geral, enviaram ao governo uma mensagem clara e objectiva da sua discordância quanto às politicas adoptadas pelo governo para aqueles que vivem do salário. Quer ao nível dos seus rendimentos quer ao nível do acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.
A par das gigantescas manifestações, esta greve geral, veio demonstrar que os trabalhadores e a população em geral exigem do governo uma politica virada para o ser humano e não para os números do défice. A população e os trabalhadores vão conhecendo e tomando consciência que o sacrifício imposto pelos números não é para todos. Uns apertam o cinto e vêm os serviços sociais mais degradados sem capacidade de resposta às necessidades dos mais carenciados. Para outros os lucros aumentam de forma escandalosa. Afinal de contas a crise não é para todos. É sempre para os mesmos.
Foi contra este estado de coisas que milhares fizeram greve. É contra este estado de coisas que outros (com trabalho precário, com dificuldades financeiras e pressões de vária ordem) estiveram solidários mas que,ainda, não deram o passo que distingue o activo do passivo, o crítico sem acção do crítico activo,mobilizador e transformador da realidade existente. Não basta criticar, é necessário agir e transformar, agir para mudar de política e ultrapassar o pessimismo sabiamente construído para os trabalhadores. O fiel da balança tem que mudar. Os grandes monopólios (que continuam a ter biliões de lucros) também devem contribuír para a "pretensa" crise.
A par das gigantescas manifestações, esta greve geral, veio demonstrar que os trabalhadores e a população em geral exigem do governo uma politica virada para o ser humano e não para os números do défice. A população e os trabalhadores vão conhecendo e tomando consciência que o sacrifício imposto pelos números não é para todos. Uns apertam o cinto e vêm os serviços sociais mais degradados sem capacidade de resposta às necessidades dos mais carenciados. Para outros os lucros aumentam de forma escandalosa. Afinal de contas a crise não é para todos. É sempre para os mesmos.
Foi contra este estado de coisas que milhares fizeram greve. É contra este estado de coisas que outros (com trabalho precário, com dificuldades financeiras e pressões de vária ordem) estiveram solidários mas que,ainda, não deram o passo que distingue o activo do passivo, o crítico sem acção do crítico activo,mobilizador e transformador da realidade existente. Não basta criticar, é necessário agir e transformar, agir para mudar de política e ultrapassar o pessimismo sabiamente construído para os trabalhadores. O fiel da balança tem que mudar. Os grandes monopólios (que continuam a ter biliões de lucros) também devem contribuír para a "pretensa" crise.
quarta-feira, maio 23, 2007
IGAT - Inspecção Geral da Administração do Território
Pois é.Sr Carlos Pinto.
Aí tem novamente a IGAT.
Você afirmou na última Assembleia Municipal de 18 de Maio que "se não estão contentes, queixem -se ao IGAT".
E não é que aconteceu!
Sem queixa quanto ao assunto em questão, mau negócio com a GPS e a história do Colégio, a IGAT e o Concelho da Covilhã foram notícia na TVI no dia 22 de Maio, a propósito de terrenos, urbanizações, Reserva Agrícola e outras coisas e trapalhadas que tal.
Neste momemto já tenho uma teoria.
Depois de várias inspecções e de tantos outros inquéritos sem quaisquer conseguências, o Sr Carlos Pinto, Presidente da Câmara Municipal, estica a corda, o elástico, come amendoins e bebe cerveja a acompanhar os inquéritos.Puxa, puxa,estica, estica,aumentando os valores da adrenalina, goza do prazer daquela, até se consumir e desaparecer como coisa efémera.
Uma dúvida.
Será que o povo está a acordar e a ver de facto?
Aí tem novamente a IGAT.
Você afirmou na última Assembleia Municipal de 18 de Maio que "se não estão contentes, queixem -se ao IGAT".
E não é que aconteceu!
Sem queixa quanto ao assunto em questão, mau negócio com a GPS e a história do Colégio, a IGAT e o Concelho da Covilhã foram notícia na TVI no dia 22 de Maio, a propósito de terrenos, urbanizações, Reserva Agrícola e outras coisas e trapalhadas que tal.
Neste momemto já tenho uma teoria.
Depois de várias inspecções e de tantos outros inquéritos sem quaisquer conseguências, o Sr Carlos Pinto, Presidente da Câmara Municipal, estica a corda, o elástico, come amendoins e bebe cerveja a acompanhar os inquéritos.Puxa, puxa,estica, estica,aumentando os valores da adrenalina, goza do prazer daquela, até se consumir e desaparecer como coisa efémera.
Uma dúvida.
Será que o povo está a acordar e a ver de facto?
segunda-feira, maio 21, 2007
domingo, maio 20, 2007
COLÉGIO INTERNACIONAL? NA COVILHÃ? UM MAU NEGÓCIO PARA O CONCELHO.
O conteúdo deste artigo corresponde, no fundamental, à minha intervenção na Sessão da Assembleia Municipal de 18 de Maio de 2007.
Que fique claro que não sou contra os colégios privados. Discordo, isso sim, que os mesmos sejam construídos à custa do património público e que possam beneficiar de verbas públicas quando existem, na área da sua implantação, estabelecimentos públicos.
A EPABI aparece neste "negócio" como sendo o instrumento fundamental da "orquestra". Na Assembleia Municipal obtive a informação que o tal senhor que foi deputado do PS é, agora, deputado do PSD.Tudo se interliga, afinal.
Nos anos noventa, do século passado, criou-se no Concelho da Covilhã uma Escola Profissional que teve como parceiros fundadores a Câmara Municipal da Covilhã e o Conservatório Regional de Música.
Os estatutos de fundação daquela Escola Profissional, obrigavam a Autarquia – Câmara Municipal e aquela Instituição de carácter associativo, a comparticiparem nas despesas relativas ao seu funcionamento, 30% a dividir pelas duas.
É evidente que o Conservatório estava nesta parceria com o peso da sua imagem pública, o seu saber, experiência e recursos técnicos. Porque dinheiro disponível, raramente tem, como qualquer colectividade que presta um serviço público e que nem sempre é apoiada como merece.
O financiamento era e é obtido, no essencial, através da comparticipação comunitária e Ministério da Educação, via Direcção Regional de Educação do Centro.
Assim se criou a Escola Profissional de Artes da Beira Interior.Com uma Direcção nomeada pela Câmara Municipal, e nem sempre acordada com o Conservatório Regional de Música, lá foi funcionando lançando cursos profissionais de música dando certificação profissional e escolar aos alunos que a frequentaram e frequentam.
A par dos cursos profissionais também se organizaram quartetos e orquestras, dando visibilidade à Escola e à Cidade, em vários palcos e cidades.
Porém, os fundadores da Escola, rapidamente se esqueceram dos 30%, deixando para as diferentes Direcções da EPABI, a difícil tarefa de gestão de uma Escola com financiamento próximo dos 100% , mas, onde nem todas as despesas são elegíveis.
Imagino a criatividade e o esforço necessário dos Directores para assegurarem o funcionamento da Escola, o pagamento dos seus compromissos com os recursos humanos, a aquisição de instrumentos e as despesas inerentes a espectáculos e promoção da Escola.
O esforço, é evidente, sempre era compensado com uns míseros 1.250 Euros por mês .
Quero referir, nesta pequena história, que enquanto vereador, em exercício de 1997 a 2001, nunca tive conhecimento de tais pagamentos.
Pensava eu que os Directores propostos pelo Sr Presidente da Câmara Municipal, exerciam as suas funções, como em qualquer colectividade, sem qualquer vencimento. Como é do conhecimento público, as contas da EPABI, como outras que por aí andam, não são apreciadas pela Câmara nem pela Assembleia Municipal, apesar de o Município se constituir como o principal dinamizador e investidor.
Era previsível que, sem os 30% mensais, a viver com o financiamento comunitário e do ME, e com a necessidade de pagamento prévio da facturação, incluindo os salários dos directores, as diferentes Direcções da EPABI, foram contraindo empréstimos à banca pagando, como é óbvio, os juros que, por azar, não eram comparticipados.
E assim se foi vivendo, até se acumular uma dívida de mais de 500.000 Euros, que se reduziu para cerca de 400.000 Euros.
A situação da EPABI era esta nos últimos tempos, agravando-se a mesma com a inexistência de instalações e com a indicação da Direcção Regional de Educação de que se a EPABI não encontrasse instalações condignas deixaria de financiar a Escola.
O Sr Presidente da Câmara Municipal perante a grave situação financeira provocada pelo incumprimento das obrigações da Câmara Municipal, e pela gestão dos seus nomeados, também aqui na versão covilhanense dos boys, DECIDIU VENDER A EPABI.
VENDER foi a solução encontrada para esconder a fuga a responsabilidades assumidas e a incompetência na gestão de uma Escola Profissional financiada pelo Ministério da Educação e por Fundos Comunitários.
Encontrou um parceiro, a Sociedade Comercial GPS – Gestão de Participações Sociais, representada pelo Senhor António Calvete, antigo deputado do Partido Socialista, e gestor de uma dezena de colégios privados na Região Centro.
Aliança estratégica. SIM. UMA ALIANÇA DE GRANDE SIGNIFICADO ESTRATÉGICO E DE ELEVADO INTERESSE PARA O CONCELHO. E Com alguém com elevada experiência no sector e com acesso fácil aos corredores do poder instalado.
Um achado.
Mais uma acção inédita no Concelho da Covilhã.
Mais uma descoberta, só igualável com a descoberta da pólvora ou do ovo de Colombo.
Tinha que ser uma coisa de estalo.
E assim nasceu a ideia, a intenção da instalação de um Colégio Internacional.
Que extraordinário, meus senhores, que mentes brilhantes.
Deu primeira página nos jornais regionais, nos nacionais e, quiçá, notícia de abertura dos 4 canais da TV.
No contrato promessa assinado pela GPS e CMC em 13 de Dezembro de 2006, afirma-se que a GPS tem por objectivos, entre outros, o:
- Criar o Colégio Internacional
- Fortalecer e dinamizar o estudo da Música
- Criar um estabelecimento de ensino para alunos dos 3 aos 18 anos (do pré – escolar ao 12º ano)
E afirma, ainda, que, praticamente, não existe oferta de ensino em termos privados, o que é caricato, pois, temos, o Conservatório Regional de Música que tem o pré-escolar e o 1º Ciclo e o Externato do Tortosendo que possui do 2º Ciclo ao 12ºAno.
A Câmara afirma que tem um terreno, em leasing, que vai adquirir à BPI-Leasing (não indica os custos do mesmo), do qual irá destacar 15.000 m2, que promete ceder à GPS, pagando esta o passivo de 400.000,00 Euros.
Este valor corresponde ao passivo da EPABI encontrando-se prevista a integração desta Escola no tal Colégio.
A Câmara ainda se compromete a isentar o tal Colégio de taxas e licenças urbanísticas (que não são quantificadas no protocolo) e o acordo nem sequer necessita de reconhecimento notarial das assinaturas porque os outorgantes são de inteira confiança mútua.
Estamos perante a venda da EPABI por 400.000 Euros.
Contudo a Câmara Municipal dá um terreno, que irá pagar à BPI-Leasing (300 a 400 mil Euros, pelos 15.000 m2), localizado em zona com infra estruturas desportivas e sociais, inviabiliza a construção da piscina prevista no projecto do Parque Desportivo (mais uma promessa que vai para canto), com um valor nunca inferior a 1. 725.000 Euros (€115X15.000m2) e isenção de taxas nunca inferiores 150.000 Euros, totalizando um valor próximo dos 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil Euros), ou seja, 500.000 contos, na moeda antiga.
Concluiu-se, assim, que para se pagar um passivo de 80.000 contos se oferecem, de mão beijada, 500.000 contos. É obra. É ser amigo. E é inédito no Concelho da Covilhã.
ISTO SÓ PODE TER UM NOME.
SE O INTERESSE PÚBLICO NÃO É VISÍVEL NEM DEMONSTRÁVEL!
QUE NOME PODERÁ TER?
Por outro lado, será que esse tal colégio particular é necessário à Covilhã?
Se a Câmara Municipal da Covilhã cumprir com o seu dever de construção da Escola do 1º Ciclo na Urbanização da Quinta das Palmeiras, como se encontra definido no Plano de Pormenor.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Jardim de Infância da Quinta da Alâmpada e da Escola do 1º Ciclo também ali prevista, junto à urbanização da passagem de nível.
Se a Câmara Municipal cumprir com o aumento do número de salas do 1º Ciclo na freguesia do Canhoso.
Se as Escolas públicas da Covilhã, do 2º, 3º Ciclo e Secundárias dão resposta à população escolar existente.
Se o Conservatório Regional de Música continua a funcionar e o Externato do Tortosendo está a perder alunos.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Centro de Artes (para o qual já temos Rua com nome) para a instalação da EPABI.
Se a Câmara Municipal cumprir com os seus compromissos enquanto sócia fundadora da EPABI.
Para que necessitamos deste negócio e de um Colégio, dito Internacional,?
Porque somos do Interior?
Provincianos?
Tomados como ignorantes?
Covilhã, 18 de Maio de 2007
Que fique claro que não sou contra os colégios privados. Discordo, isso sim, que os mesmos sejam construídos à custa do património público e que possam beneficiar de verbas públicas quando existem, na área da sua implantação, estabelecimentos públicos.
A EPABI aparece neste "negócio" como sendo o instrumento fundamental da "orquestra". Na Assembleia Municipal obtive a informação que o tal senhor que foi deputado do PS é, agora, deputado do PSD.Tudo se interliga, afinal.
Nos anos noventa, do século passado, criou-se no Concelho da Covilhã uma Escola Profissional que teve como parceiros fundadores a Câmara Municipal da Covilhã e o Conservatório Regional de Música.
Os estatutos de fundação daquela Escola Profissional, obrigavam a Autarquia – Câmara Municipal e aquela Instituição de carácter associativo, a comparticiparem nas despesas relativas ao seu funcionamento, 30% a dividir pelas duas.
É evidente que o Conservatório estava nesta parceria com o peso da sua imagem pública, o seu saber, experiência e recursos técnicos. Porque dinheiro disponível, raramente tem, como qualquer colectividade que presta um serviço público e que nem sempre é apoiada como merece.
O financiamento era e é obtido, no essencial, através da comparticipação comunitária e Ministério da Educação, via Direcção Regional de Educação do Centro.
Assim se criou a Escola Profissional de Artes da Beira Interior.Com uma Direcção nomeada pela Câmara Municipal, e nem sempre acordada com o Conservatório Regional de Música, lá foi funcionando lançando cursos profissionais de música dando certificação profissional e escolar aos alunos que a frequentaram e frequentam.
A par dos cursos profissionais também se organizaram quartetos e orquestras, dando visibilidade à Escola e à Cidade, em vários palcos e cidades.
Porém, os fundadores da Escola, rapidamente se esqueceram dos 30%, deixando para as diferentes Direcções da EPABI, a difícil tarefa de gestão de uma Escola com financiamento próximo dos 100% , mas, onde nem todas as despesas são elegíveis.
Imagino a criatividade e o esforço necessário dos Directores para assegurarem o funcionamento da Escola, o pagamento dos seus compromissos com os recursos humanos, a aquisição de instrumentos e as despesas inerentes a espectáculos e promoção da Escola.
O esforço, é evidente, sempre era compensado com uns míseros 1.250 Euros por mês .
Quero referir, nesta pequena história, que enquanto vereador, em exercício de 1997 a 2001, nunca tive conhecimento de tais pagamentos.
Pensava eu que os Directores propostos pelo Sr Presidente da Câmara Municipal, exerciam as suas funções, como em qualquer colectividade, sem qualquer vencimento. Como é do conhecimento público, as contas da EPABI, como outras que por aí andam, não são apreciadas pela Câmara nem pela Assembleia Municipal, apesar de o Município se constituir como o principal dinamizador e investidor.
Era previsível que, sem os 30% mensais, a viver com o financiamento comunitário e do ME, e com a necessidade de pagamento prévio da facturação, incluindo os salários dos directores, as diferentes Direcções da EPABI, foram contraindo empréstimos à banca pagando, como é óbvio, os juros que, por azar, não eram comparticipados.
E assim se foi vivendo, até se acumular uma dívida de mais de 500.000 Euros, que se reduziu para cerca de 400.000 Euros.
A situação da EPABI era esta nos últimos tempos, agravando-se a mesma com a inexistência de instalações e com a indicação da Direcção Regional de Educação de que se a EPABI não encontrasse instalações condignas deixaria de financiar a Escola.
O Sr Presidente da Câmara Municipal perante a grave situação financeira provocada pelo incumprimento das obrigações da Câmara Municipal, e pela gestão dos seus nomeados, também aqui na versão covilhanense dos boys, DECIDIU VENDER A EPABI.
VENDER foi a solução encontrada para esconder a fuga a responsabilidades assumidas e a incompetência na gestão de uma Escola Profissional financiada pelo Ministério da Educação e por Fundos Comunitários.
Encontrou um parceiro, a Sociedade Comercial GPS – Gestão de Participações Sociais, representada pelo Senhor António Calvete, antigo deputado do Partido Socialista, e gestor de uma dezena de colégios privados na Região Centro.
Aliança estratégica. SIM. UMA ALIANÇA DE GRANDE SIGNIFICADO ESTRATÉGICO E DE ELEVADO INTERESSE PARA O CONCELHO. E Com alguém com elevada experiência no sector e com acesso fácil aos corredores do poder instalado.
Um achado.
Mais uma acção inédita no Concelho da Covilhã.
Mais uma descoberta, só igualável com a descoberta da pólvora ou do ovo de Colombo.
Tinha que ser uma coisa de estalo.
E assim nasceu a ideia, a intenção da instalação de um Colégio Internacional.
Que extraordinário, meus senhores, que mentes brilhantes.
Deu primeira página nos jornais regionais, nos nacionais e, quiçá, notícia de abertura dos 4 canais da TV.
No contrato promessa assinado pela GPS e CMC em 13 de Dezembro de 2006, afirma-se que a GPS tem por objectivos, entre outros, o:
- Criar o Colégio Internacional
- Fortalecer e dinamizar o estudo da Música
- Criar um estabelecimento de ensino para alunos dos 3 aos 18 anos (do pré – escolar ao 12º ano)
E afirma, ainda, que, praticamente, não existe oferta de ensino em termos privados, o que é caricato, pois, temos, o Conservatório Regional de Música que tem o pré-escolar e o 1º Ciclo e o Externato do Tortosendo que possui do 2º Ciclo ao 12ºAno.
A Câmara afirma que tem um terreno, em leasing, que vai adquirir à BPI-Leasing (não indica os custos do mesmo), do qual irá destacar 15.000 m2, que promete ceder à GPS, pagando esta o passivo de 400.000,00 Euros.
Este valor corresponde ao passivo da EPABI encontrando-se prevista a integração desta Escola no tal Colégio.
A Câmara ainda se compromete a isentar o tal Colégio de taxas e licenças urbanísticas (que não são quantificadas no protocolo) e o acordo nem sequer necessita de reconhecimento notarial das assinaturas porque os outorgantes são de inteira confiança mútua.
Estamos perante a venda da EPABI por 400.000 Euros.
Contudo a Câmara Municipal dá um terreno, que irá pagar à BPI-Leasing (300 a 400 mil Euros, pelos 15.000 m2), localizado em zona com infra estruturas desportivas e sociais, inviabiliza a construção da piscina prevista no projecto do Parque Desportivo (mais uma promessa que vai para canto), com um valor nunca inferior a 1. 725.000 Euros (€115X15.000m2) e isenção de taxas nunca inferiores 150.000 Euros, totalizando um valor próximo dos 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil Euros), ou seja, 500.000 contos, na moeda antiga.
Concluiu-se, assim, que para se pagar um passivo de 80.000 contos se oferecem, de mão beijada, 500.000 contos. É obra. É ser amigo. E é inédito no Concelho da Covilhã.
ISTO SÓ PODE TER UM NOME.
SE O INTERESSE PÚBLICO NÃO É VISÍVEL NEM DEMONSTRÁVEL!
QUE NOME PODERÁ TER?
Por outro lado, será que esse tal colégio particular é necessário à Covilhã?
Se a Câmara Municipal da Covilhã cumprir com o seu dever de construção da Escola do 1º Ciclo na Urbanização da Quinta das Palmeiras, como se encontra definido no Plano de Pormenor.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Jardim de Infância da Quinta da Alâmpada e da Escola do 1º Ciclo também ali prevista, junto à urbanização da passagem de nível.
Se a Câmara Municipal cumprir com o aumento do número de salas do 1º Ciclo na freguesia do Canhoso.
Se as Escolas públicas da Covilhã, do 2º, 3º Ciclo e Secundárias dão resposta à população escolar existente.
Se o Conservatório Regional de Música continua a funcionar e o Externato do Tortosendo está a perder alunos.
Se a Câmara Municipal cumprir com a construção do Centro de Artes (para o qual já temos Rua com nome) para a instalação da EPABI.
Se a Câmara Municipal cumprir com os seus compromissos enquanto sócia fundadora da EPABI.
Para que necessitamos deste negócio e de um Colégio, dito Internacional,?
Porque somos do Interior?
Provincianos?
Tomados como ignorantes?
Covilhã, 18 de Maio de 2007
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