quinta-feira, fevereiro 06, 2014

João Ferreira 1º Candidato da CDU ao Parlamento Europeu

Aos órgãos de informação:
João Ferreira 1º candidato da CDU ao Parlamento Europeu

A CDU apresentará no próximo dia 10, no Hotel Altis, em Lisboa, como primeiro
candidato às eleições do Parlamento Europeu, João Ferreira. O actual deputado ao
PE é Biólogo, membro do Comité Central do PCP, Vereador na Câmara Municipal
de Lisboa e Vice-presidente do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/
Esquerda Verde Nórdica.


João Ferreira, actual deputado ao Parlamento Europeu, Biólogo e membro do Comité
Central do PCP, exerce ainda o cargo de Vereador na Câmara Municipal de Lisboa.
 
Eleito no Parlamento Europeu desde 2009, João Ferreira é vice-presidente do Grupo
Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica e membro da
Comissão de Pescas, da Comissão dos Orçamentos e da Comissão de Ambiente, Saúde
Pública e Segurança Alimentar, da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE e da
Delegação para as Relações com os Países da Comunidade Andina.
 
Foi membro da Direcção da Associação de Estudantes, do Conselho Directivo, da
Assembleia de Representantes e do Conselho Pedagógico da Faculdade de Ciência da
Universidade de Lisboa. Foi membro do Senado e da Assembleia da Universidade de
Lisboa.
Foi Bolseiro de Investigação Científica no Instituto de Higiene e Medicina Tropical da
Universidade Nova de Lisboa, de 2000 a 2001. Foi Bolseiro de Investigação Científica no
Museu, Laboratório e Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, de 2001 a 2003. Foi
membro Associado do Centro de Ecologia e Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências
da Universidade de Lisboa e Bolseiro de Doutoramento, de 2003 a 2007.
 
Foi fundador e primeiro Presidente da Associação de Bolseiros de Investigação Científica
(ABIC) de 2003 a 2007.
 
No acto público de apresentação, no próximo dia 10, intervirão, para além do candidato,
a Associação Intervenção Democrática, o Partido Ecologista "Os Verdes" e o Secretário - Geral do PCP.
06.02.2014

Gabinete de Imprensa da CDU

Sobre as Estatísticas do Emprego no 4º Trimestre de 2013 e do ano de 2013

Sobre as Estatísticas do Emprego

no 4º trimestre de 2013 e do ano de 2013
1. Os resultados do Inquérito ao Emprego divulgados pelo INE, embora revelando

que do 3º para o 4º trimestre a taxa de desemprego passou de 15,6% para 15,3%, não

iludem que o desemprego cresceu de 15,7% em 2012, para 16,3% em 2013.
2. Embora não se possa ignorar o valor da taxa de desemprego e a evolução do

emprego no último trimestre de 2013, e o facto de elas reflectirem uma tendência clara de

queda da taxa de desemprego ao longo dos quatro trimestres deste ano (vale a pena

relembrar que a taxa de desemprego após ter subido no 1º trimestre de 2013 para 17,7%,

desceu no 2º trimestre para 16,4%, no 3º trimestre para 15,6% e agora no 4º trimestre fixouse

nos 15,3%), uma análise mais detalhada da evolução da taxa de desemprego e do

emprego em termos anuais, permite uma apreciação mais rigorosa.

3. Apesar de mais de 100 mil portugueses terem sido forçados a emigrar em 2013

procurando lá fora o emprego que aqui lhes é negado, apesar deste Governo ter

artificialmente reduzido o número de desempregados através da ocupação de 143 853

desempregados inscritos nos Centros de Emprego em falsos programas de formação e

emprego (quase o dobro do ano anterior e 3,5 vezes mais do que em 2011), os dados hoje

divulgados pelo INE mostram que, mesmo assim, a taxa de desemprego em sentido restrito

subiu de 15,7% em 2012 para 16,3% em 2013. Estes mesmos dados apontam para uma

taxa de desemprego real, em 2013, de 24,2% e cerca de 1 milhão e quatrocentos mil

portugueses efectivamente desempregados, valores que incluem 278 600 portugueses

considerados inactivos mas disponíveis para trabalhar e 263 200 trabalhadores em situação

de subemprego visível.

4. Estes dados mostram também, em termos anuais, que, em 2013, foram destruídos

121 200 empregos, em especial na Agricultura e na Indústria Transformadora, que o

desemprego jovem se mantém nos 37,7% e que os desempregados de longa duração

(desemprego superior a um ano) representam já em 2013 62,1% do total dos

desempregados, quando em 2012 representavam 54,2%. Há um número muito considerável

e cada vez maior de desempregados que, ao permanecer nesta situação durante largos e

largos meses, terá cada vez mais dificuldades em regressar ao mercado de trabalho e por

isso mesmo engrossa cada vez mais o número dos chamados inactivos disponíveis para

trabalhar mas que desistiram de o fazer.

5. Os dados das Estatísticas do Emprego agora divulgados revelam uma situação a

todos os títulos anómala e que é bem demonstrativa da situação degradante em que se

encontra a nossa economia e o nosso país, já que a redução do número de desempregados

6. em Portugal não tem correspondência na criação de empregos e não é consequência

do crescimento económico da nossa economia, que não se verifica, já que continuamos em


recessão. Aquilo a que se assiste hoje é ao abandono do mercado de trabalho, por

desistência de milhares e milhares de trabalhadores que caíram no desemprego, é à saída

maciça de centenas de milhares de portugueses, em especial jovens, que procuram no

estrangeiro resposta para as suas necessidades de emprego e é à ocultação de perto de

150 000 desempregados, através de programas de emprego e formação por parte do IEFP,

que fazem reduzir artificialmente a taxa de desemprego, manobra que custou ao Estado, só

em 2013 e até Novembro, 423 milhões de euros.

05.02.2014

O Gabinete de Imprensa do PCP

sábado, janeiro 04, 2014

Orçamento e GOP da CMC para 2014 - Intervenção da CDU


2.       PERÍODO DA ORDEM DO DIA
2.2.       Orçamento para 2014, Grandes Opções do Plano, Plano Plurianual de Investimento, Plano de Atividades Municipais, Mapas de Pessoal, Tabela de Taxas, Compensações e Outras Receitas do Município, Autorização Prévia no âmbito da Lei dos Compromissos
 
Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Municipal,
Senhor Presidente da Câmara Municipal,
Senhora e Senhores Vereadores,
Senhoras e Senhores Deputados,
Senhoras e Senhores Presidentes de Junta,
Minhas Senhoras e meus Senhores,
 
As Eleições Autárquicas de 29 de Setembro deste ano trouxeram a esperança aos eleitores do Concelho da Covilhã, de uma mudança real e efetiva, não só das faces que compõem o Executivo Camarário e esta Assembleia, mas das políticas por estes postas em prática, capazes de responder de forma satisfatória aos seus anseios e aspirações, nomeadamente à melhoria da qualidade de vida de quem aqui vive e trabalha.
 
No programa apresentado pelo Partido Socialista às Eleições Autárquicas, o agora Presidente da Câmara Municipal afirmava “A mudança é finalmente uma possibilidade e não há dúvidas de que é preciso mudar o rumo desta cidade”.
 
Analisamos, discutimos e votamos hoje, os instrumentos políticos e financeiros anuais, Aliás, o que hoje se apresentam são essencialmente os instrumentos financeiros, pois a análise política resume-se a cinco páginas, que concordarão, para além de texto copiado e colado de anos anteriores, nada acrescenta quanto à estratégia, aos objetivos, projetos e ações que o município espera desenvolver. É um exercício interessante, e nós fizemo-lo, consultar estes mesmos documentos de outras autarquias. Eixos de Intervenção, desenvolvidos através de Medidas, que enquadram Projetos, com Ações concretas de execução.
 
Concordarão também que tal como se apresentam estes documentos não vão totalmente ao encontro do preceituado no ponto 1.6. do Programa Eleitoral do PS, onde se lê “Promoção da transparência e de medidas que garantam que os munícipes têm conhecimento e informação sobre todos os assuntos da gestão autárquica.“
 
Orçamento para 2014
 
Quantos aos números, eles ditam um orçamento menor (42.981.822€), tanto por via da aproximação à execução real dos últimos anos, que merece a nossa concordância, como por via dos constrangimentos decorrentes do novo Regime Financeiro das Autarquias Locais, aprovado pelo PSD e CDS-PP, “inserido na estratégia do Governo para a subversão e desmantelamento do poder local democrático, que visa liquidar a autonomia financeira, reduz a participação dos municípios e freguesias na partilha de recursos públicos e cria entraves à capacidade realizadora das autarquias, nomeadamente na resolução dos problemas das suas populações. Mais do que contra as autarquias, esta é uma proposta contra as populações, que nega o direito ao desenvolvimento local, inserindo-se nos objetivos de empobrecimento do País” (Paula Santos, PCP).
 
Quanto às Receitas, dos quase 43 milhões de euros (M€), estas repartem-se em 24.697.470€ para Receitas Correntes e 18.283.352€ para Receitas de Capital, continuando aqui o novo Executivo Camarário na linha do que em anos anteriores era prática, contar com a Receita de Venda de Bens de Investimento de 15,3M€ (3,2M€ em Terrenos, 9,2M€ em Habitações e 2,7M€ em Edifícios), necessitando esta rubrica de um esclarecimento à Assembleia Municipal. Pretende o Partido Socialista vender efetivamente este património municipal ou consta esta rubrica no orçamento das receitas de forma meramente contabilística?
 
Mas admitido que foi, pelo Senhor Presidente da Câmara, aquando da apresentação do orçamento ao PCP, que não é sua intenção a alienação de património, é legitimo então que outras questões se coloquem, nomeadamente:
 
- Uma vez que as Receitas Correntes no valor de 24,6M€ mais as Receitas de Capital possíveis de executar no valor de 2,9M€ perfazem um orçamento de receitas efetivas de 27,6M€ e uma vez que as Despesas Correntes são no valor de 20,7M€, ficam apenas disponíveis para Despesas de Capital 6,9M€; - De que rubricas das Despesas de Capital irá a CMC abdicar, por falta de dotação financeira, durante o ano de 2014?
 
Mas permita-nos ainda uma nota acerca da composição das diferentes rubricas da despesa. Enquanto que as Despesas com Pessoal correspondem a 31,6% do total das Despesas Correntes, já a Aquisição de Bens e Serviços correspondem a 44,97%. Dos 9,3M€ aí previstos, 4,1M€ estão descritos como outros, nada especificados e portanto impossíveis de avaliar a pertinência. Fizemos esta crítica ao anterior executivo, devemos fazê-la ao novo executivo. Disse o Senhor Presidente que se trata de rubricas genéricas, não necessariamente de verbas indiferenciadas. Concordará que carecem de melhor descritivo e mais especificação. Voltamos às suas palavras “A mudança é finalmente uma possibilidade”.
 
Grandes Opções do Plano, Plano Prurianual de Investimento e Plano de Atividades Municipal
 
Quanto às Grandes Opções do Plano, com pequenas diferenças em relação a anos anteriores, no valor de 36,4M€, consagram 38,2% para a Administração Geral, 16,5% para Comunicações e Transportes, 10,9% para Habitação e Urbanismo, perfazendo um total de 23,9M€, 65,7%, (62,23% no ano de 2013).
 
Quanto aos restantes 34,25%, 12,4M€, à exceção da Rubrica de Saneamento e Salubridade que aumenta de 467.000€ para 1.494.000€ (aumento que gostaríamos que o Executivo explicasse) e da Rubrica de Transferências para a Administração Local, todas as Rubricas se mantém com peso relativo idêntico aos anos anteriores, o que nos leva a perguntar, onde está o Projeto Autárquico de mudança?
 
Contudo, este documento carece de uma análise mais fina e apurada (ver Anexo). E já que podíamos incorrer no erro de analisar um documento ainda muito marcado pelos compromissos assumidos no passado, debrucemo-nos sobre as novas ações lançadas pelo novo executivo.
 
Contam-se 34 Novas Ações, distribuídas pelas diferentes rubricas das Grandes Opções do Plano, mas novamente com uma mesma tendência. As rubricas de Comunicações e Transportes (31,03%) e Habitação e Urbanismo (17,59%) arrecadam quase 50% do total (48,62%).
De todas as novas Ações previstas para o ano 2014, no valor de 1.450.000€, apenas 2 no valor de apenas 85.000€ se destinam a ações de nível imaterial:
Educação – Programa “Conhecer o Concelho” – 55.000€;
Ação Social – Programa de Emergência Social – 30.000€;
 
De todas as novas Ações materiais previstas, nenhuma encontramos para a resolução dos graves problemas que afetam a Habitação Social e que a CDU, através do seu Vereador José Pinto, já visitou, documentou e propôs medidas com vista à sua resolução.
 
Pensamos ser importante o diagnóstico de obras que o concelho, as juntas de freguesia, as coletividades e instituições necessitam, mas pensamos ser importante, ações, projetos e programas que potenciem a revitalização do potencial humano, criando condições para a criação de um Concelho desenvolvido, sustentável, com emprego, referência cultural e desportiva, mais justo e democrático, um Concelho de Esquerda, para o qual o PCP tem propostas responsáveis e credíveis.
 
 
Tabela de Taxas, Compensações e Outras Receitas do Município da Covilhã
 
A proposta de actualização proposta pela Câmara Municipal é de 1,0% considerando a previsão da inflação referida na proposta de Orçamento do Estado para o ano de 2014.
 
Dispõe o artigo 9º, nº1 da Lei n.º 53-E/2006, de 29 de Dezembro que “Os orçamentos anuais das autarquias locais podem atualizar o valor das taxas estabelecidas nos regulamentos de criação respectivos, de acordo com a taxa de inflação.”
 
“Podem” e não “estão obrigadas a”, o que significa que é uma opção política aumentar as taxas em 1% para o Ano de 2014.
 
Esta é mais uma matéria onde “A mudança é finalmente uma possibilidade e não há duvidas de que é preciso mudar o rumo desta cidade”, mas onde praticamente nada se altera, ou melhor, altera, mas para aumentar o valor dos serviços praticados.
 
Não se decide diferente no Estacionamento, nos Mercados e Feiras, nas Infraestruturas Desportivas Municipais, na Biblioteca, ou seja tudo é tratado como o PSD tratava e considerava ser a política a seguir. Ainda continuam a existir as taxas de Aeródromo.
 
Chamamos ainda a atenção para a Taxa de Ocupação de Subsolo, prevista no nº 2 do artigo 17º - Tubagens de abastecimento público de gás e aquilo que consideramos um lapso, visto que existe uma deliberação de isenção desta taxa para o ano de 2014 e da sua redução para 4,45€, aprovada nesta Assembleia a 5 de Julho de 2013, por unanimidade.
 
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados
 
Em síntese, tendo em conta as devidas distâncias que esperamos se venham a concretizar em relação à anterior Gestão PSD, estamos perante documentos que não traduzem ainda qualquer diferenciação significativa;
 
São apresentados documentos financeiros sem conteúdo político e sem linhas de intervenção programáticas dignas de registo; Não prevê Planos específicos de para as áreas de intervenção e competências do município;
 
Compromete de sobremaneira, alguns dos objetivos definidos pelo Partido Socialista no seu Programa Eleitoral, dos quais destacamos:
 
“2.2. Definição de uma estratégia de marketing municipal e regional junto de outros municípios com quem se partilhem interesses comuns.
 
2.5. Aposta no sector primário, favorecendo o desenvolvimento da agricultura e da pecuária e explorando o enorme potencial do concelho neste campo: ao nível da fruta, do vinho e do azeite, dos produtos apícolas, das florestas e derivados, mas também ao nível da carne caprina e ovina, do leite e do queijo.
 
3.4. Incentivar a criação de um cluster ligado ao Turismo de Saúde/Tecnologias para a Saúde/Ambient Assisted Living com os seguintes actores principais: a Câmara Municipal da Covilhã e as autarquias da região (Comunidade Intermunicipal); a Universidade da Beira Interior; os Parques de Ciência e Tecnologia e as respectivas empresas ligadas às tecnologias para a saúde; os hotéis da região (com a vantagem de existirem hotéis termais); as Instituições Particulares de Solidariedade Social.
 
7.1. Associar a cultura à economia local, concorrendo a projectos que permitam aproveitamento e revitalização de infraestruturas e a dinamização de clusters de industrias criativas.
 
9.1. Lançar um “Plano de Conservação Salvaguarda e Valorização da Zona Antiga”, a negociar pelas várias forças politicas para garantir uma intervenção continuada ao longo de vários mandatos.
 
9.2. Afectar parte do IMI pago pelos covilhanenses para uma intervenção urbanística na zona histórica da cidade e nas algumas freguesias.
 
10.2. Implementar o projecto de reabilitação do centro histórico da Covilhã com vista ao seu repovoamento por parte dos jovens, através dos mecanismos do arrendamento ou venda a custos controlados;”
 
Consideramos assim, que falta percorrer um longo caminho para que a efetiva mudança para o Concelho, que os Covilhanenses afirmaram no dia 29 de Setembro de 2013, se operacionalize e se concretize.
 
Assim como fizemos o exercício de confrontar este Orçamento e Grandes Opções do Plano com o Programa Eleitoral do Partido Socialista, deixamos o desafio para consultarem o Programa Eleitoral da CDU.
 
Disse.
 
 
Os Deputados do PCP
 
 
 
Vítor Reis Silva

Marco Gabriel

Mónica Ramôa

sexta-feira, agosto 23, 2013

A CDU É DE CONFIANÇA EM S. JORGE DA BEIRA


AOS SANJORGENSES

A CDU, Coligação Democrática Unitária, no âmbito da participação democrática de cidadãos interessados na resolução dos problemas da Freguesia de S. Jorge da Beira, vem por este meio apresentar a sua equipa candidata à Junta/Assembleia de Freguesia, nas Eleições Autárquicas do próximo dia 29 de Setembro.

Esta é uma equipa constituída por pessoas que sempre pautaram a sua conduta social e política por valores e princípios.

Salientando-se a sua opção pela defesa dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos pequenos e médios empresários e do bem-estar do povo a par do trabalho, honestidade e competência que caracterizam os eleitos da CDU.

Esta é uma lista de homens e mulheres que, com determinação, responsabilidade e confiança, estão interessados em promover a mudança necessária na nossa freguesia.  

DANIEL DIAS ALVES                                                            50 anos                 Mineiro

MARIA CUNHA ROCHA QUINTELA                                   51 anos                 Doméstica

ANTÓNIO BATISTA                                                              60 anos                 Reformado

CLÁUDIA MARGARIDA RAMOS PAULO                           32 anos                 Doméstica

JORGE CAMBA DUARTE                                                    54 anos                 Assistente Operacional

ANTÓNIO MANUEL TEIXEIRA MAGALHÃES                     47 anos                 Mineiro

MARIA DE FÁTIMA SANTOS ASSUNÇÃO AFONSO         51 anos                 Doméstica

ANGELO MIGUEL DOS SANTOS MONTEIRO                    33 anos                 Mineiro

ANTÓNIO AMARO QUINTELA                                           61 anos                 Reformado

ROSA LUISA DE DEUS PRATES BATISTA                            54 anos                 Doméstica

AUGUSTO ALVES BARATA                                                  60 anos                 Reformado

JOSÉ BATISTA DUARTE                                                       66 anos                 Reformado

MARIA CARVALHO MAGALHÃES                                     60 anos                 Doméstica

JOÃO BATISTA AFONSO                                                     63 anos                 Mineiro

ANTÓNIO SANTOS PIRES                                                   54 anos                 Serralheiro

O trabalho que é necessário em S. Jorge da Beira

Conhecedores que nos últimos anos a Freguesia de S. Jorge da Beira sofreu com a falta da presença e de proximidade dos eleitos na Junta de Freguesia.

Sentindo-se o descontentamento generalizado com a gestão praticada pelo atual executivo que não ouve a população, que não promove o diálogo e o respeito pela diferença.

Esperamos que estas eleições, mais uma vez, possam constituir um espaço privilegiado para uma reflexão crítica e um confronto de ideias salutar.

Acreditamos que a CDU tem o melhor projeto e a melhor equipa. Pode confiar em nós.

Neste sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso desenvolvimento:

·         Exigir da Câmara Municipal/AdC a redução da fatura de água;

·         Melhorar a limpeza urbana;

·         Promover a limpeza das linhas de água e dos caminhos rurais;

·         Represar a água dos ribeiros com recuperação em meia manilha das levadas existentes para um melhor aproveitamento da área agrícola;

·         Requalificar os arruamentos urbanos nas Minas da Panasqueira;

·         Dinamizar e apoiar as Instituições / Associações de forma clara e transparente, criando-se as condições para aumento da qualidade do ensino, da formação, da ocupação de tempos livres, cultura e desporto e do apoio à terceira idade;

·         Exigir a pavimentação da estrada do Porsim, o alargamento da via Portela – S. Jorge com ligação à capela e o alargamento da estrada da Portelinha ao Souto Negro;

·         Criar uma praia fluvial no cruzamento das ribeiras;

·         Criar um parque de lazer na zona do Tornadouro para crianças e adultos;

·         Promover programas de rastreio de saúde e atividade física para os jovens e terceira idade;

·         Promover uma gestão próxima das pessoas envolvendo-as na definição do Plano de Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia com prestação pública das contas e do trabalho desenvolvido.

 

Nota: as medidas/ações concretas irão constar do nosso programa a divulgar no período de campanha eleitoral.

CONFIANÇA NA CDU NA ERADA


AOS ERADENSES

A CDU, Coligação Democrática Unitária, no âmbito da participação democrática de cidadãos interessados na resolução dos problemas da Freguesia da Erada, vem por este meio informar da sua candidatura às Eleições Autárquicas para a Junta/Assembleia de Freguesia que irá ter lugar no próximo dia 29 de Setembro.

Salientando-se, desde já, a sua opção pela defesa dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos pequenos e médios empresários e do bem-estar do povo a par do trabalho, honestidade e competência que caracterizam os eleitos da CDU.

A população tem conhecimento que o candidato da CDU – José Alexandre Maria Antunes a par da sua atividade profissional, tem mantido uma participação social ativa ao longo dos anos, nomeadamente ao nível das eleições autárquica e ao nível da Mesa da Assembleia de Compartes. Contribuindo desta forma, com ideias e projetos, para o desenvolvimento da Erada.

Recorde-se que a ideia da piscina constou em programas eleitorais da CDU muito antes da sua execução.

Relembre-se o abaixo assinado promovido pelo candidato, em Abril de 1986, para a manutenção do serviço de enfermagem na Erada.

Não esquecendo, ainda, que graças à intervenção do candidato foi possível em 1992 os Eradenses receberem as indemnizações/apoios dos prejuízos causados pelo incêndio daquele ano.





O trabalho que é necessário na ERADA



Conhecedores que nos últimos anos a Freguesia da Erada sofreu um enorme atraso ao nível de obras de interesse público, da participação coletiva, da limpeza de arruamentos e linhas de água provocando um descontentamento generalizado com a gestão praticada pelo atual executivo.

 Esperamos que estas eleições, mais uma vez, possam constituir um espaço privilegiado para uma reflexão crítica e um confronto de ideias salutar.

Acreditamos que a CDU tem o melhor projeto. Pode confiar em nós.

Neste sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso desenvolvimento:

·         Manter a água na gestão da freguesia e exigir da CMC/AdC a redução das taxas aplicadas nas componentes de Saneamento e Resíduos Sólidos;

·         Exigir à CMC o alargamento e pavimentação da estrada municipal do cruzamento do Paul à Erada;

·         Requalificar os arruamentos urbanos  que se encontram em calçada irregular;

·         Melhorar a limpeza urbana, e as condições de saúde pública;

·         Dinamizar/Apoiar as Instituições / Associações de forma clara e transparente, criando-se as condições para o acesso ao ensino, formação, ocupação de tempos livres, cultura e desporto de todos os Eradenses;

·         Promover uma gestão próxima das pessoas envolvendo-as na definição do Plano de Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia;

·         Promover, enquanto estratégia de crescimento urbano e fixação de empresas, e criação de emprego, a implementação de uma zona infraestruturada entre Paul-Erada-Unhais da Serra, com aproveitamento dos terrenos baldios das três freguesias e ligação ao futuro IC6;

Nota: as medidas/ações concretas irão constar do nosso programa a divulgar no período de campanha eleitoral.

CONFIANÇA NA CDU NA ALDEIA DE S. FRANCISCO DE ASSIS


À POPULAÇÃO DE ALDEIA DE S.FRANCISCO DE ASSIS

A CDU, Coligação Democrática Unitária, no âmbito da participação democrática de cidadãos interessados na resolução dos problemas da Freguesia de Aldeia de S. Francisco de Assis, vem por este meio apresentar a sua equipa candidata à Junta/Assembleia de Freguesia, nas Eleições Autárquicas do próximo dia 29 de Setembro.

Esta é uma equipa constituída por pessoas que sempre pautaram a sua conduta social e política por valores e princípios.

Salientando-se a sua opção pela defesa dos trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos pequenos e médios empresários e do bem-estar do povo a par do trabalho, honestidade e competência que caracterizam os eleitos da CDU.

Esta é uma lista de homens e mulheres que, com determinação, responsabilidade e confiança, estão interessados em promover a mudança necessária na nossa freguesia.  

LUIS PAULO BENTOS MENDES                                 43 anos                Mineiro

JOSÉ ANTÓNIO MOREIRA FELISBERTO                  53 anos                Motorista

CARLA MARIA MARQUES GOMES MENDES       36 anos                Doméstica

BRUNO ALEXANDRE MENDES CEREJO                  32 anos                Mineiro

JOSÉ GAVINHOS SILVA MADEIRA                           61 anos                Mineiro

MARIA GORETI FERNANDES MONIZ NEVES       50 anos                Desempregada

JORGE MANUEL MARTINS MONSANTO                              34 anos                Mineiro

MARGARIDA ISABEL BENTO GONÇALVES           26 anos                Desempregada

FERNANDO MANUEL DIAS MONTEIRO                39 anos                Mineiro

ANTÓNIO GONÇALVES FERNANDES                      60 anos                Agricultor

 

O trabalho que é necessário na Aldeia de S. Francisco de Assis

Conhecedores que nos últimos anos a Freguesia da Aldeia de S. Francisco de Assis sofreu um enorme atraso ao nível da participação coletiva, das atividades culturais e desportivas bem como uma degradação continua e acentuada do seu parque habitacional.

Sentindo-se o descontentamento generalizado com a gestão praticada pelo atual executivo que não ouve a população, que não promove o diálogo e o respeito pela diferença e que não demonstra transparência nos seus atos.

Esperamos que estas eleições, mais uma vez, possam constituir um espaço privilegiado para uma reflexão crítica e um confronto de ideias salutar.

Acreditamos que a CDU tem o melhor projeto e a melhor equipa. Pode confiar em nós.

Neste sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso desenvolvimento:

·         Exigir da Câmara Municipal/AdC a redução da fatura de água e a proteção da tubaria de abastecimento de água à sede da Freguesia;

·         Requalificar os arruamentos urbanos na Aldeia de S. Francisco de Assis;

·         Requalificar os bairros/edifícios da Câmara Municipal para venda e aluguer;

·         Dinamizar e apoiar as Instituições / Associações de forma clara e transparente, criando-se as condições para aumento da qualidade do ensino, a formação, a ocupação de tempos livres, cultura e desporto;

·         Exigir a pavimentação do troço Ponte do Rio à Barroca Grande e da estrada para a Portela de Unhais;

·         Propor à Camara Municipal a criação de condições condignas para a instalação da 5ª Secção dos Bombeiros e guarda de viaturas e outros equipamentos;

·         Colocar os equipamentos públicos (forno, cantina, auditório) ao serviço de TODA a população;

·         Criar um parque de lazer para crianças e adultos;

·         Promover uma gestão próxima das pessoas, envolvendo-as na definição do Plano de Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia, com prestação pública das contas e do trabalho desenvolvido, introduzindo-se a transparência na nossa vida coletiva.

Nota: as medidas/ações concretas irão constar do nosso programa a divulgar no período de campanha eleitoral.