quarta-feira, março 05, 2014
terça-feira, março 04, 2014
sexta-feira, fevereiro 07, 2014
quinta-feira, fevereiro 06, 2014
João Ferreira 1º Candidato da CDU ao Parlamento Europeu
Aos órgãos de informação:
João Ferreira 1º candidato da CDU ao Parlamento Europeu
A CDU apresentará no próximo dia 10, no Hotel Altis, em Lisboa, como primeiro
candidato às eleições do Parlamento Europeu, João Ferreira. O actual deputado ao
PE é Biólogo, membro do Comité Central do PCP, Vereador na Câmara Municipal
de Lisboa e Vice-presidente do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/
Esquerda Verde Nórdica.
João Ferreira, actual deputado ao Parlamento Europeu, Biólogo e membro do Comité
Central do PCP, exerce ainda o cargo de Vereador na Câmara Municipal de Lisboa.
Eleito no Parlamento Europeu desde 2009, João Ferreira é vice-presidente do Grupo
Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica e membro da
Comissão de Pescas, da Comissão dos Orçamentos e da Comissão de Ambiente, Saúde
Pública e Segurança Alimentar, da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE e da
Delegação para as Relações com os Países da Comunidade Andina.
Foi membro da Direcção da Associação de Estudantes, do Conselho Directivo, da
Assembleia de Representantes e do Conselho Pedagógico da Faculdade de Ciência da
Universidade de Lisboa. Foi membro do Senado e da Assembleia da Universidade de
Lisboa.
Foi Bolseiro de Investigação Científica no Instituto de Higiene e Medicina Tropical da
Universidade Nova de Lisboa, de 2000 a 2001. Foi Bolseiro de Investigação Científica no
Museu, Laboratório e Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, de 2001 a 2003. Foi
membro Associado do Centro de Ecologia e Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências
da Universidade de Lisboa e Bolseiro de Doutoramento, de 2003 a 2007.
Foi fundador e primeiro Presidente da Associação de Bolseiros de Investigação Científica
(ABIC) de 2003 a 2007.
No acto público de apresentação, no próximo dia 10, intervirão, para além do candidato,
a Associação Intervenção Democrática, o Partido Ecologista "Os Verdes" e o Secretário - Geral do PCP.
06.02.2014
Gabinete de Imprensa da CDU
Sobre as Estatísticas do Emprego no 4º Trimestre de 2013 e do ano de 2013
Sobre as Estatísticas do Emprego
no 4º trimestre de 2013 e do ano de 2013
1. Os resultados do Inquérito ao Emprego divulgados pelo INE, embora revelando
que do 3º para o 4º trimestre a taxa de desemprego passou de 15,6% para 15,3%, não
iludem que o desemprego cresceu de 15,7% em 2012, para 16,3% em 2013.
2. Embora não se possa ignorar o valor da taxa de desemprego e a evolução do
emprego no último trimestre de 2013, e o facto de elas reflectirem uma tendência clara de
queda da taxa de desemprego ao longo dos quatro trimestres deste ano (vale a pena
relembrar que a taxa de desemprego após ter subido no 1º trimestre de 2013 para 17,7%,
desceu no 2º trimestre para 16,4%, no 3º trimestre para 15,6% e agora no 4º trimestre fixouse
nos 15,3%), uma análise mais detalhada da evolução da taxa de desemprego e do
emprego em termos anuais, permite uma apreciação mais rigorosa.
3. Apesar de mais de 100 mil portugueses terem sido forçados a emigrar em 2013
procurando lá fora o emprego que aqui lhes é negado, apesar deste Governo ter
artificialmente reduzido o número de desempregados através da ocupação de 143 853
desempregados inscritos nos Centros de Emprego em falsos programas de formação e
emprego (quase o dobro do ano anterior e 3,5 vezes mais do que em 2011), os dados hoje
divulgados pelo INE mostram que, mesmo assim, a taxa de desemprego em sentido restrito
subiu de 15,7% em 2012 para 16,3% em 2013. Estes mesmos dados apontam para uma
taxa de desemprego real, em 2013, de 24,2% e cerca de 1 milhão e quatrocentos mil
portugueses efectivamente desempregados, valores que incluem 278 600 portugueses
considerados inactivos mas disponíveis para trabalhar e 263 200 trabalhadores em situação
de subemprego visível.
4. Estes dados mostram também, em termos anuais, que, em 2013, foram destruídos
121 200 empregos, em especial na Agricultura e na Indústria Transformadora, que o
desemprego jovem se mantém nos 37,7% e que os desempregados de longa duração
(desemprego superior a um ano) representam já em 2013 62,1% do total dos
desempregados, quando em 2012 representavam 54,2%. Há um número muito considerável
e cada vez maior de desempregados que, ao permanecer nesta situação durante largos e
largos meses, terá cada vez mais dificuldades em regressar ao mercado de trabalho e por
isso mesmo engrossa cada vez mais o número dos chamados inactivos disponíveis para
trabalhar mas que desistiram de o fazer.
5. Os dados das Estatísticas do Emprego agora divulgados revelam uma situação a
todos os títulos anómala e que é bem demonstrativa da situação degradante em que se
encontra a nossa economia e o nosso país, já que a redução do número de desempregados
6. em Portugal não tem correspondência na criação de empregos e não é consequência
do crescimento económico da nossa economia, que não se verifica, já que continuamos em
recessão. Aquilo a que se assiste hoje é ao abandono do mercado de trabalho, por
desistência de milhares e milhares de trabalhadores que caíram no desemprego, é à saída
maciça de centenas de milhares de portugueses, em especial jovens, que procuram no
estrangeiro resposta para as suas necessidades de emprego e é à ocultação de perto de
150 000 desempregados, através de programas de emprego e formação por parte do IEFP,
que fazem reduzir artificialmente a taxa de desemprego, manobra que custou ao Estado, só
em 2013 e até Novembro, 423 milhões de euros.
05.02.2014
O Gabinete de Imprensa do PCP
sábado, janeiro 04, 2014
Orçamento e GOP da CMC para 2014 - Intervenção da CDU
2.
PERÍODO
DA ORDEM DO DIA
2.2.
Orçamento
para 2014, Grandes Opções do Plano, Plano Plurianual de Investimento, Plano de
Atividades Municipais, Mapas de Pessoal, Tabela de Taxas, Compensações e Outras
Receitas do Município, Autorização Prévia no âmbito da Lei dos Compromissos
Senhor Presidente da Mesa da
Assembleia Municipal,
Senhor Presidente da Câmara
Municipal,
Senhora e Senhores
Vereadores,
Senhoras e Senhores
Deputados,
Senhoras e Senhores
Presidentes de Junta,
Minhas Senhoras e meus Senhores,
As Eleições Autárquicas
de 29 de Setembro deste ano trouxeram a esperança aos eleitores do Concelho da
Covilhã, de uma mudança real e efetiva, não só das faces que compõem o Executivo
Camarário e esta Assembleia, mas das políticas por estes postas em prática,
capazes de responder de forma satisfatória aos seus anseios e aspirações,
nomeadamente à melhoria da qualidade de vida de quem aqui vive e trabalha.
No programa apresentado
pelo Partido Socialista às Eleições Autárquicas, o agora Presidente da Câmara
Municipal afirmava “A mudança é finalmente uma possibilidade e não há dúvidas
de que é preciso mudar o rumo desta cidade”.
Analisamos, discutimos
e votamos hoje, os instrumentos políticos e financeiros anuais, Aliás, o que
hoje se apresentam são essencialmente os instrumentos financeiros, pois a
análise política resume-se a cinco páginas, que concordarão, para além de texto
copiado e colado de anos anteriores, nada acrescenta quanto à estratégia, aos
objetivos, projetos e ações que o município espera desenvolver. É um exercício
interessante, e nós fizemo-lo, consultar estes mesmos documentos de outras
autarquias. Eixos de Intervenção, desenvolvidos através de Medidas, que
enquadram Projetos, com Ações concretas de execução.
Concordarão também
que tal como se apresentam estes documentos não vão totalmente ao encontro do
preceituado no ponto 1.6. do Programa Eleitoral do PS, onde se lê “Promoção da transparência e de medidas que
garantam que os munícipes têm conhecimento e informação sobre todos os assuntos
da gestão autárquica.“
Orçamento para 2014
Quantos aos números,
eles ditam um orçamento menor (42.981.822€), tanto por via da aproximação à
execução real dos últimos anos, que merece a nossa concordância, como por via
dos constrangimentos decorrentes do novo Regime Financeiro das Autarquias
Locais, aprovado pelo PSD e CDS-PP, “inserido na estratégia do Governo para a
subversão e desmantelamento do poder local democrático, que visa liquidar a
autonomia financeira, reduz a participação dos municípios e freguesias na
partilha de recursos públicos e cria entraves à capacidade realizadora das
autarquias, nomeadamente na resolução dos problemas das suas populações. Mais
do que contra as autarquias, esta é uma proposta contra as populações, que nega
o direito ao desenvolvimento local, inserindo-se nos objetivos de
empobrecimento do País” (Paula Santos, PCP).
Quanto às Receitas, dos
quase 43 milhões de euros (M€), estas repartem-se em 24.697.470€ para Receitas
Correntes e 18.283.352€ para Receitas de Capital, continuando aqui o novo
Executivo Camarário na linha do que em anos anteriores era prática, contar com
a Receita de Venda de Bens de Investimento de 15,3M€ (3,2M€ em Terrenos, 9,2M€
em Habitações e 2,7M€ em Edifícios), necessitando esta rubrica de um
esclarecimento à Assembleia Municipal. Pretende o Partido Socialista vender
efetivamente este património municipal ou consta esta rubrica no orçamento das
receitas de forma meramente contabilística?
Mas admitido que foi,
pelo Senhor Presidente da Câmara, aquando da apresentação do orçamento ao PCP,
que não é sua intenção a alienação de património, é legitimo então que outras
questões se coloquem, nomeadamente:
- Uma vez que as
Receitas Correntes no valor de 24,6M€ mais as Receitas de Capital possíveis de
executar no valor de 2,9M€ perfazem um orçamento de receitas efetivas de 27,6M€
e uma vez que as Despesas Correntes são no valor de 20,7M€, ficam apenas
disponíveis para Despesas de Capital 6,9M€; - De que rubricas das Despesas de Capital irá a CMC abdicar, por falta de
dotação financeira, durante o ano de 2014?
Mas permita-nos ainda
uma nota acerca da composição das diferentes rubricas da despesa. Enquanto que
as Despesas com Pessoal correspondem a 31,6% do total das Despesas Correntes,
já a Aquisição de Bens e Serviços correspondem a 44,97%. Dos 9,3M€ aí
previstos, 4,1M€ estão descritos como outros, nada especificados e portanto
impossíveis de avaliar a pertinência. Fizemos esta crítica ao anterior
executivo, devemos fazê-la ao novo executivo. Disse o Senhor Presidente que se
trata de rubricas genéricas, não necessariamente de verbas indiferenciadas.
Concordará que carecem de melhor descritivo e mais especificação. Voltamos às
suas palavras “A mudança é finalmente uma possibilidade”.
Grandes Opções do Plano, Plano Prurianual de Investimento e Plano de
Atividades Municipal
Quanto às Grandes Opções do Plano, com pequenas diferenças em relação a
anos anteriores, no valor de 36,4M€, consagram 38,2% para a Administração
Geral, 16,5% para Comunicações e Transportes, 10,9% para Habitação e Urbanismo,
perfazendo um total de 23,9M€, 65,7%, (62,23% no ano de 2013).
Quanto aos restantes 34,25%, 12,4M€, à exceção da Rubrica de Saneamento
e Salubridade que aumenta de 467.000€ para 1.494.000€ (aumento que gostaríamos
que o Executivo explicasse) e da Rubrica de Transferências para a Administração
Local, todas as Rubricas se mantém com peso relativo idêntico aos anos
anteriores, o que nos leva a perguntar, onde está o Projeto Autárquico de
mudança?
Contudo, este documento carece de uma análise mais fina e apurada (ver
Anexo). E já que podíamos incorrer no erro de analisar um documento ainda muito
marcado pelos compromissos assumidos no passado, debrucemo-nos sobre as novas ações
lançadas pelo novo executivo.
Contam-se 34 Novas Ações, distribuídas pelas diferentes rubricas das
Grandes Opções do Plano, mas novamente com uma mesma tendência. As rubricas de
Comunicações e Transportes (31,03%) e Habitação e Urbanismo (17,59%) arrecadam
quase 50% do total (48,62%).
De todas as novas Ações previstas para o ano 2014, no valor de
1.450.000€, apenas 2 no valor de apenas 85.000€ se destinam a ações de nível
imaterial:
Educação – Programa “Conhecer o Concelho” – 55.000€;
Ação Social – Programa de Emergência Social – 30.000€;
De todas as novas Ações materiais previstas, nenhuma encontramos para a
resolução dos graves problemas que afetam a Habitação Social e que a CDU,
através do seu Vereador José Pinto, já visitou, documentou e propôs medidas com
vista à sua resolução.
Pensamos ser importante o diagnóstico de obras que o concelho, as juntas
de freguesia, as coletividades e instituições necessitam, mas pensamos ser
importante, ações, projetos e programas que potenciem a revitalização do
potencial humano, criando condições para a criação de um Concelho desenvolvido,
sustentável, com emprego, referência cultural e desportiva, mais justo e
democrático, um Concelho de Esquerda, para o qual o PCP tem propostas
responsáveis e credíveis.
Tabela de Taxas, Compensações e Outras
Receitas do Município da Covilhã
A proposta de actualização proposta pela Câmara Municipal é
de 1,0% considerando a previsão da inflação referida na proposta de Orçamento
do Estado para o ano de 2014.
Dispõe o artigo 9º, nº1 da Lei n.º 53-E/2006, de 29
de Dezembro que “Os orçamentos anuais das autarquias locais podem atualizar o valor das
taxas estabelecidas nos regulamentos de criação respectivos, de acordo com a
taxa de inflação.”
“Podem” e não “estão obrigadas a”, o que significa que é uma opção
política aumentar as taxas em 1% para o Ano de 2014.
Esta é mais uma matéria onde “A mudança é finalmente uma
possibilidade e não há duvidas de que é preciso mudar o rumo desta cidade”, mas
onde praticamente nada se altera, ou melhor, altera, mas para aumentar o valor
dos serviços praticados.
Não se decide diferente
no Estacionamento, nos Mercados e Feiras, nas Infraestruturas Desportivas
Municipais, na Biblioteca, ou seja tudo é tratado como o PSD tratava e
considerava ser a política a seguir. Ainda continuam a existir as taxas de
Aeródromo.
Chamamos ainda a atenção para a Taxa de Ocupação de Subsolo, prevista no
nº 2 do artigo 17º - Tubagens de abastecimento público de gás e aquilo que
consideramos um lapso, visto que existe uma deliberação de isenção desta taxa
para o ano de 2014 e da sua redução para 4,45€, aprovada nesta Assembleia a 5
de Julho de 2013, por unanimidade.
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores
Deputados
Em síntese, tendo em conta as devidas distâncias que
esperamos se venham a concretizar em relação à anterior Gestão PSD, estamos
perante documentos que não traduzem ainda qualquer diferenciação significativa;
São apresentados documentos financeiros sem conteúdo
político e sem linhas de intervenção programáticas dignas de registo; Não prevê Planos específicos
de para as áreas de intervenção e competências do município;
Compromete de sobremaneira, alguns dos objetivos definidos
pelo Partido Socialista no seu Programa Eleitoral, dos quais destacamos:
“2.2. Definição de uma estratégia de
marketing municipal e regional junto de outros municípios com quem se partilhem
interesses comuns.
2.5. Aposta no
sector primário, favorecendo o desenvolvimento da agricultura e da pecuária
e explorando o enorme potencial do concelho neste campo: ao nível da fruta, do
vinho e do azeite, dos produtos apícolas, das florestas e derivados, mas também
ao nível da carne caprina e ovina, do leite e do queijo.
3.4. Incentivar a criação de um cluster
ligado ao Turismo de Saúde/Tecnologias para a Saúde/Ambient Assisted Living com os seguintes actores
principais: a Câmara Municipal da Covilhã e as autarquias da região (Comunidade
Intermunicipal); a Universidade da Beira Interior; os Parques de Ciência e
Tecnologia e as respectivas empresas ligadas às tecnologias para a saúde; os
hotéis da região (com a vantagem de existirem hotéis termais); as Instituições
Particulares de Solidariedade Social.
7.1. Associar a cultura à economia
local, concorrendo a projectos que permitam aproveitamento e revitalização de
infraestruturas e a dinamização de clusters de industrias criativas.
9.1. Lançar um “Plano de Conservação
Salvaguarda e Valorização da Zona Antiga”, a negociar pelas várias forças
politicas para garantir uma intervenção continuada ao longo de vários mandatos.
9.2. Afectar parte do IMI pago pelos covilhanenses
para uma intervenção urbanística na zona histórica da cidade e nas algumas
freguesias.
10.2. Implementar o projecto de
reabilitação do centro histórico da Covilhã com vista ao seu repovoamento por
parte dos jovens, através dos mecanismos do arrendamento ou venda a custos
controlados;”
Consideramos assim, que falta percorrer um longo caminho para que a
efetiva mudança para o Concelho, que os Covilhanenses afirmaram no dia 29 de
Setembro de 2013, se operacionalize e se concretize.
Assim como fizemos o exercício de confrontar este Orçamento e Grandes
Opções do Plano com o Programa Eleitoral do Partido Socialista, deixamos o
desafio para consultarem o Programa Eleitoral da CDU.
Disse.
Os
Deputados do PCP
Vítor
Reis Silva
Marco
Gabriel
Mónica
Ramôa
sexta-feira, agosto 23, 2013
A CDU É DE CONFIANÇA EM S. JORGE DA BEIRA
AOS
SANJORGENSES
A CDU, Coligação Democrática
Unitária, no âmbito
da participação
democrática de
cidadãos
interessados na resolução
dos problemas da Freguesia de S. Jorge da Beira, vem por este meio apresentar a
sua equipa candidata à Junta/Assembleia de Freguesia, nas Eleições
Autárquicas do
próximo dia 29 de Setembro.
Esta
é uma equipa constituída por pessoas que sempre
pautaram a sua conduta social e política por valores e princípios.
Salientando-se a sua opção pela defesa dos
trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos pequenos e médios empresários
e do bem-estar do povo a par do trabalho, honestidade e competência que
caracterizam os eleitos da CDU.
Esta
é uma lista de
homens e mulheres que, com determinação,
responsabilidade e confiança,
estão interessados
em promover a mudança necessária na nossa freguesia.
DANIEL DIAS
ALVES 50
anos Mineiro
MARIA CUNHA
ROCHA QUINTELA 51
anos Doméstica
ANTÓNIO
BATISTA 60
anos Reformado
CLÁUDIA
MARGARIDA RAMOS PAULO 32
anos Doméstica
JORGE CAMBA
DUARTE 54
anos Assistente
Operacional
ANTÓNIO
MANUEL TEIXEIRA MAGALHÃES 47
anos Mineiro
MARIA DE
FÁTIMA SANTOS ASSUNÇÃO AFONSO 51
anos Doméstica
ANGELO MIGUEL
DOS SANTOS MONTEIRO 33
anos Mineiro
ANTÓNIO
AMARO QUINTELA 61
anos Reformado
ROSA LUISA
DE DEUS PRATES BATISTA 54
anos Doméstica
AUGUSTO
ALVES BARATA 60
anos Reformado
JOSÉ BATISTA
DUARTE 66
anos Reformado
MARIA
CARVALHO MAGALHÃES 60
anos Doméstica
JOÃO BATISTA
AFONSO 63
anos Mineiro
ANTÓNIO
SANTOS PIRES 54
anos Serralheiro
O trabalho que é
necessário em S. Jorge da Beira
Conhecedores
que nos últimos
anos a Freguesia de S. Jorge da Beira sofreu com a falta da presença e de proximidade
dos eleitos na Junta de Freguesia.
Sentindo-se
o descontentamento generalizado com a gestão praticada pelo atual executivo que não ouve a
população, que não promove o diálogo e o respeito pela diferença.
Esperamos
que estas eleições,
mais uma vez, possam constituir um espaço
privilegiado para uma reflexão
crítica e um
confronto de ideias salutar.
Acreditamos
que a CDU tem o melhor projeto e a melhor equipa. Pode confiar em nós.
Neste
sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta
dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso
desenvolvimento:
·
Exigir da Câmara Municipal/AdC a redução da fatura de água;
·
Melhorar a limpeza urbana;
·
Promover a limpeza das linhas de água e dos
caminhos rurais;
·
Represar a água dos ribeiros com recuperação em
meia manilha das levadas existentes para um melhor aproveitamento da área agrícola;
·
Requalificar
os arruamentos urbanos nas Minas da Panasqueira;
·
Dinamizar
e apoiar as Instituições / Associações de forma clara e transparente,
criando-se as condições para aumento da qualidade do ensino, da formação, da ocupação
de tempos livres, cultura e desporto e do apoio à terceira idade;
·
Exigir a pavimentação da estrada do Porsim, o
alargamento da via Portela – S. Jorge com ligação à capela e o alargamento da
estrada da Portelinha ao Souto Negro;
·
Criar uma praia fluvial no cruzamento das
ribeiras;
·
Criar um
parque de lazer na zona do Tornadouro para crianças e adultos;
·
Promover programas de rastreio de saúde e
atividade física para os jovens e terceira idade;
·
Promover
uma gestão próxima das pessoas envolvendo-as na definição do Plano de
Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia com prestação pública das contas e do trabalho desenvolvido.
Nota: as medidas/ações concretas irão constar do nosso programa a
divulgar no período de campanha eleitoral.
CONFIANÇA NA CDU NA ERADA
AOS
ERADENSES
A
CDU, Coligação
Democrática Unitária, no âmbito da participação democrática de cidadãos interessados na
resolução dos
problemas da Freguesia da Erada, vem por este meio informar da sua candidatura às Eleições Autárquicas para a
Junta/Assembleia de Freguesia que irá ter lugar no próximo dia 29 de Setembro.
Salientando-se,
desde já, a sua opção pela defesa dos trabalhadores, dos reformados e
pensionistas, dos pequenos e médios empresários e do bem-estar do povo a par do
trabalho, honestidade e competência que caracterizam os eleitos da CDU.
A
população tem conhecimento que o candidato da CDU – José Alexandre Maria
Antunes a par da sua atividade profissional, tem mantido uma participação
social ativa ao longo dos anos, nomeadamente ao nível das eleições autárquica e
ao nível da Mesa da Assembleia de Compartes. Contribuindo desta forma, com
ideias e projetos, para o desenvolvimento da Erada.
Recorde-se
que a ideia da piscina constou em programas eleitorais da CDU muito antes da
sua execução.
Relembre-se
o abaixo assinado promovido pelo candidato, em Abril de 1986, para a manutenção
do serviço de enfermagem na Erada.
Não
esquecendo, ainda, que graças à intervenção do candidato foi possível em 1992
os Eradenses receberem as indemnizações/apoios dos prejuízos causados pelo
incêndio daquele ano.
O trabalho que é
necessário na ERADA
Conhecedores
que nos últimos anos
a Freguesia da Erada sofreu um enorme atraso ao nível de obras de interesse
público, da participação
coletiva, da limpeza de arruamentos e linhas de água provocando um
descontentamento generalizado com a gestão
praticada pelo atual executivo.
Esperamos que estas eleições, mais uma vez,
possam constituir um espaço
privilegiado para uma reflexão
crítica e um
confronto de ideias salutar.
Acreditamos
que a CDU tem o melhor projeto. Pode confiar em nós.
Neste
sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta
dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso
desenvolvimento:
·
Manter a água na gestão da freguesia e exigir da
CMC/AdC a redução das taxas aplicadas nas componentes de Saneamento e Resíduos
Sólidos;
·
Exigir à CMC o alargamento e pavimentação da
estrada municipal do cruzamento do Paul à Erada;
·
Requalificar
os arruamentos urbanos que se
encontram em calçada irregular;
·
Melhorar
a limpeza urbana, e as condições de saúde pública;
·
Dinamizar/Apoiar
as Instituições / Associações de forma clara e transparente, criando-se as
condições para o acesso ao ensino, formação, ocupação de tempos livres, cultura
e desporto de todos os Eradenses;
·
Promover
uma gestão próxima das pessoas envolvendo-as na definição do Plano de
Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia;
·
Promover, enquanto estratégia de crescimento
urbano e fixação de empresas, e criação de emprego, a implementação de uma zona infraestruturada entre Paul-Erada-Unhais da
Serra, com aproveitamento dos terrenos baldios das três freguesias e
ligação ao futuro IC6;
Nota: as medidas/ações concretas irão
constar do nosso programa a divulgar no período de campanha eleitoral.
CONFIANÇA NA CDU NA ALDEIA DE S. FRANCISCO DE ASSIS
À POPULAÇÃO DE ALDEIA DE S.FRANCISCO DE ASSIS
A CDU, Coligação Democrática
Unitária, no âmbito
da participação
democrática de
cidadãos
interessados na resolução
dos problemas da Freguesia de Aldeia de S. Francisco de Assis, vem por este
meio apresentar a sua equipa candidata à Junta/Assembleia de Freguesia, nas Eleições Autárquicas do próximo dia
29 de Setembro.
Esta
é uma equipa constituída por pessoas que sempre
pautaram a sua conduta social e política por valores e princípios.
Salientando-se a sua opção pela defesa dos
trabalhadores, dos reformados e pensionistas, dos pequenos e médios empresários
e do bem-estar do povo a par do trabalho, honestidade e competência que caracterizam
os eleitos da CDU.
Esta
é uma lista de
homens e mulheres que, com determinação,
responsabilidade e confiança,
estão interessados
em promover a mudança necessária na nossa freguesia.
LUIS
PAULO BENTOS MENDES 43
anos Mineiro
JOSÉ
ANTÓNIO MOREIRA FELISBERTO 53
anos Motorista
CARLA
MARIA MARQUES GOMES MENDES 36 anos Doméstica
BRUNO
ALEXANDRE MENDES CEREJO 32
anos Mineiro
JOSÉ
GAVINHOS SILVA MADEIRA 61
anos Mineiro
MARIA
GORETI FERNANDES MONIZ NEVES 50 anos Desempregada
JORGE
MANUEL MARTINS MONSANTO 34
anos Mineiro
MARGARIDA
ISABEL BENTO GONÇALVES 26 anos Desempregada
FERNANDO
MANUEL DIAS MONTEIRO 39
anos Mineiro
ANTÓNIO
GONÇALVES FERNANDES 60
anos Agricultor
O trabalho que é
necessário na Aldeia de S. Francisco de Assis
Conhecedores
que nos últimos
anos a Freguesia da Aldeia de S. Francisco de Assis sofreu um enorme atraso ao
nível da participação
coletiva, das atividades culturais e desportivas bem como uma degradação continua e acentuada
do seu parque habitacional.
Sentindo-se
o descontentamento generalizado com a gestão praticada pelo atual executivo que não ouve a
população, que não promove o diálogo e o respeito pela diferença e que não
demonstra transparência nos seus atos.
Esperamos
que estas eleições,
mais uma vez, possam constituir um espaço
privilegiado para uma reflexão
crítica e um
confronto de ideias salutar.
Acreditamos
que a CDU tem o melhor projeto e a melhor equipa. Pode confiar em nós.
Neste
sentido a lista da CDU propõe desenvolver a sua ação nos próximos anos em volta
dos seguintes objetivos que consideramos importantes para o nosso
desenvolvimento:
·
Exigir da Câmara Municipal/AdC a redução da fatura de água e a proteção
da tubaria de abastecimento de água à sede da Freguesia;
·
Requalificar
os arruamentos urbanos na Aldeia de S. Francisco de Assis;
·
Requalificar os bairros/edifícios da Câmara
Municipal para venda e aluguer;
·
Dinamizar
e apoiar as Instituições / Associações de forma clara e transparente,
criando-se as condições para aumento da qualidade do ensino, a formação, a ocupação
de tempos livres, cultura e desporto;
·
Exigir a pavimentação do troço Ponte do Rio à
Barroca Grande e da estrada para a Portela de Unhais;
·
Propor à Camara Municipal a criação de condições
condignas para a instalação da 5ª Secção dos Bombeiros e guarda de viaturas e
outros equipamentos;
·
Colocar os equipamentos públicos (forno,
cantina, auditório) ao serviço de TODA a população;
·
Criar um
parque de lazer para crianças e adultos;
·
Promover
uma gestão próxima das pessoas, envolvendo-as na definição do Plano de
Atividades e Orçamento da Junta de Freguesia, com prestação pública das contas e do trabalho desenvolvido,
introduzindo-se a transparência na nossa
vida coletiva.
Nota: as medidas/ações
concretas irão constar do nosso programa a divulgar no período de campanha
eleitoral.
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